Melanésia
África Austral
L'identité de la nation
A África do Sul é hoje a nação mais cristã da África Austral (região sul do continente africano), com quase 9 em cada 10 sul-africanos se declarando cristãos. Mas por trás desse número está uma história complexa, marcada pela colonização europeia, pela luta contra o apartheid (sistema legal de segregação racial que vigorou de 1948 a 1994) e por uma sociedade hoje conhecida como “nação arco-íris”, por reunir povos de origem africana, europeia, indiana e mestiça sob uma só bandeira.
O cristianismo chegou com os colonizadores holandeses no século XVII, mas só ganhou força entre a população negra a partir do século XIX, quando a Bíblia começou a ser traduzida para línguas como o zulu e o xhosa. De forma marcante, a mesma fé que alguns usaram para justificar teologicamente a segregação racial também formou os líderes que mais lutaram contra ela. Hoje o país tem uma das paisagens cristãs mais diversas do mundo: das grandes igrejas independentes africanas (movimento sião, criado por líderes negros no início do século XX) ao pentecostalismo em rápido crescimento, passando por anglicanos, católicos e reformados de origem holandesa.
Mas a fé cristã sul-africana enfrenta desafios sérios. O país tem um dos maiores mercados de “falsos profetas” do continente: líderes religiosos que prometem milagres e riqueza em troca de doações, chegando a pedir que fiéis comam grama ou bebam substâncias perigosas em nome da cura. Ao mesmo tempo, a crença em feitiçaria e no muti (poções e amuletos tradicionais preparados por curandeiros) ainda molda a vida espiritual de muitas famílias, às vezes dentro de igrejas que se dizem cristãs. A violência criminal, entre as mais altas do mundo, e as feridas ainda abertas do apartheid completam o quadro de um país que precisa de cura profunda.
Ao lado da maioria cristã, vivem comunidades ainda pouco alcançadas pelo evangelho: descendentes de indianos que chegaram como trabalhadores e comerciantes no século XIX, hoje divididos entre o hinduísmo e o islamismo; a comunidade somali, muçulmana, que chegou fugindo da guerra civil em seu país de origem; e uma pequena comunidade judaica. Juntos, esses grupos lembram que, mesmo numa nação de maioria cristã, ainda existem bolsões de povos que quase não têm contato com o evangelho.
Apesar dos desafios, a igreja sul-africana é hoje uma das mais vivas do continente. Suas igrejas enviam obreiros para outros países da África, seu louvor e sua música influenciam cristãos no mundo todo, e sua história de reconciliação racial, ainda incompleta, segue sendo um testemunho de que o evangelho pode atravessar até as divisões mais profundas.
A África do Sul fica na ponta sul do continente africano, banhada por dois oceanos: o Atlântico a oeste e o Índico a leste. Faz fronteira com Namíbia, Botsuana, Zimbábue, Moçambique e Essuatíni, além de envolver por completo o pequeno país do Lesoto. O território é um mosaico geográfico: o planalto interior, de savana e semideserto, contrasta com a cordilheira do Cabo, os vinhedos férteis do sudoeste e a costa tropical de KwaZulu-Natal. É também o único país do mundo a abrigar inteiramente dentro de suas fronteiras um dos seis reinos florais do planeta, o fynbos (vegetação típica da região do Cabo, rica em espécies únicas encontradas só ali).
pão oco recheado com curry, criado pela comunidade indiana de Durban
carne moída temperada e assada com cobertura de ovo e leite, considerado o prato nacional
carne seca e temperada, um dos petiscos mais populares do país
ensopado cozido lentamente ao ar livre numa panela de ferro de três pés (o potjie), tradição criada pelos primeiros colonos que migraram para o interior
linguiça grelhada temperada com especiarias, presa comum do braai (churrasco tradicional)
bolo de sobremesa doce e úmido, servido quente com calda e creme
mingau de milho, alimento básico em muitos lares sul-africanos, servido com carne ou molho
Culture et spiritualité
2a · La culture
filosofia africana de humanidade compartilhada, resumida na frase "eu sou porque nós somos"
expressão usada para descrever a diversidade étnica e cultural do país depois do fim do apartheid
churrasco tradicional ao ar livre, um dos maiores pontos de encontro social do país
dança das botas de borracha, criada por mineiros negros como forma de comunicação durante o trabalho
tradição musical forte nas igrejas, misturando hinos ocidentais com ritmos africanos
pinturas em pedra feitas pelos povos san (bosquímanos), entre os habitantes mais antigos do planeta
2b · Le terrain
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
A riqueza mineral do país criou uma cultura de ganância e desigualdade extrema entre ricos e pobres
Falsos profetas prometem milagres e riqueza em troca de dinheiro, explorando os mais vulneráveis
Crença em curandeiros e em poções tradicionais mistura medo espiritual com busca por cura e proteção
Tradição de consultar e honrar espíritos de antepassados ainda molda decisões e rituais em muitas famílias
O trauma do apartheid ainda gera divisão, ressentimento e desconfiança entre grupos étnicos
Um dos países com maiores índices de crimes violentos do mundo, gerando medo constante
Muitos se dizem cristãos por tradição ou cultura, sem uma fé pessoal e transformadora
Rivalidades históricas entre diferentes povos ainda geram tensão social e política
Consumo excessivo de bebida é um problema social profundo, ligado à pobreza e à violência doméstica
Taxa de desemprego acima de 30% alimenta desânimo, sobretudo entre os jovens
A África do Sul garante liberdade religiosa por lei e não enfrenta perseguição estatal a cristãos. O maior desafio à igreja hoje vem de dentro dela mesma: o crescimento de falsos profetas e igrejas que exploram fiéis desesperados por milagres e prosperidade, chegando a pedir que membros comam grama, bebam substâncias perigosas ou entreguem grandes somas em dinheiro em troca de bênçãos prometidas.
A criminalidade violenta, um dos maiores problemas do país, também atinge as igrejas: assaltos durante cultos, sequestros de líderes religiosos e roubos de templos são registrados com frequência, principalmente nas grandes cidades. Comunidades cristãs em bairros mais pobres muitas vezes vivem sob o mesmo medo de violência que atinge toda a sociedade sul-africana.
Em áreas rurais, a crença arraigada em feitiçaria ainda cobra vítimas: pessoas, sobretudo mulheres idosas, chegam a ser acusadas de bruxaria e sofrem violência de vizinhos que acreditam que elas causaram desgraças por meio de feitiços. A igreja tem um papel importante em anunciar a libertação em Cristo diante desse medo ainda tão presente.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
A África do Sul é hoje uma nação de maioria cristã, mas ainda abriga 9 povos não alcançados entre os 63 grupos étnicos do país, a maioria formada por comunidades imigrantes ou descendentes de imigrantes da Ásia e do Oriente Médio, como indianos falantes de hindi e guzerate, somalis, paquistaneses de língua urdu e uma pequena comunidade judaica lituana. Juntos, esses povos somam pouco mais de 1,2 milhão de pessoas, cerca de 2% da população do país. A grande maioria da população sul-africana, por outro lado, já foi significativamente alcançada pelo evangelho, com igrejas estabelecidas há gerações.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Source: Joshua Project. Estimations, susceptibles de varier.
Intercédez pour cette nation
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Logistique pour ceux qui souhaitent partir
prato do dia para uma pessoa (Numbeo)
Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.
Tous ne partent pas, tous participent
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.
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