África Oriental
L'identité de la nation
A Argélia é o maior país da África em território, estendendo-se do litoral mediterrâneo, ao norte, até as vastidões do Saara, que cobrem mais de quatro quintos do solo. Quase toda a população, perto de 45 milhões de pessoas, vive na estreita faixa fértil do norte, entre o mar e as montanhas do Atlas. É uma nação jovem, com cerca de um terço dos habitantes abaixo dos quinze anos, e profundamente marcada pela fé islâmica, que molda o calendário, a família e a vida pública.
O povo argelino nasce do encontro entre os berberes, habitantes originais do norte da África, e os árabes, que chegaram com o islã a partir do século VII. Os berberes, sobretudo os cabilas (maior grupo berbere da Argélia, da região da Cabília), preservam língua, música e identidade próprias, hoje reconhecidas oficialmente com o tamazight (a língua dos berberes) ao lado do árabe. Sobre essa herança, depositaram-se ainda os séculos otomanos e os longos anos de domínio francês, que deixaram marcas na arquitetura, na cozinha e no idioma.
Poucos lembram que o norte da Argélia foi, nos primeiros séculos, um dos corações da cristandade. Foi ali que viveu e escreveu Agostinho de Hipona, um dos maiores pensadores da história da igreja. Aquela presença cristã praticamente desapareceu com os séculos, e hoje os seguidores de Jesus são uma pequena minoria em meio a uma sociedade quase inteiramente muçulmana.
Ainda assim, algo notável tem acontecido entre os cabilas. Nas últimas décadas, muitos berberes da região da Cabília se voltaram a Cristo, formando comunidades que chegaram a ser descritas como um dos movimentos de fé mais vivos do mundo de maioria muçulmana. Esse florescimento, porém, encontra forte resistência: igrejas foram fechadas e os crentes vivem sob pressão crescente.
A Argélia continua sendo um campo de imensa necessidade espiritual. Dezenas de povos seguem sem acesso pleno ao evangelho, e a maioria das línguas faladas no país ainda não tem as Escrituras completas. É uma nação que precisa de oração perseverante, por seus jovens, por sua igreja sofredora e pelos muitos que ainda não ouviram falar do amor de Cristo.
A Argélia é o maior país da África. Uma estreita faixa litorânea fértil ao norte, banhada pelo Mediterrâneo, abriga quase toda a população. Atrás dela erguem-se as cadeias do Atlas, e além delas o imenso deserto do Saara, que ocupa mais de 80% do território.
Sêmola de trigo cozida no vapor, servida com legumes e carne de cordeiro; prato nacional das festas.
Sopa encorpada de cordeiro com legumes, grão de bico e especiarias, comum no Ramadã.
Ensopado cozido lentamente, em geral de frango ou cordeiro com ameixas e amêndoas.
Pão achatado de sêmola recheado com tomate, cebola e pimentão.
Linguiça apimentada de carne de carneiro ou boi, grelhada.
Doce de sêmola recheado com tâmaras e regado com mel.
Massa folhada com nozes ou amêndoas e mel, herança dos otomanos.
Culture et spiritualité
2a · La culture
O islã molda o calendário, a alimentação, a família e o convívio social.
Receber bem o visitante, com chá e comida, é ponto de honra.
Os laços de parentesco e a honra da família pesam nas decisões pessoais.
Cabilas e outros grupos preservam língua, música e identidade próprias.
O chá de menta acompanha encontros e conversas ao longo do dia.
Nascida em Oran, mistura ritmos populares e ganhou o mundo.
2b · Le terrain
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
Ser argelino e ser muçulmano se confundem, e deixar o islã é visto como traição ao povo.
A pressão do Estado e da sociedade isola os que creem em Cristo.
Normas vagas sobre o culto não muçulmano servem para fechar igrejas e intimidar.
O peso da honra da família dificulta decisões pessoais de fé.
Muitos povos ainda não têm a Bíblia em sua língua materna.
Tensões étnicas e culturais ferem a unidade da nação.
A falta de oportunidades alimenta frustração e emigração.
A economia presa ao gás e ao petróleo gera instabilidade e corrupção.
A violência da independência e da década negra deixou marcas profundas.
Muitos cristãos vivem a fé sozinhos, sem comunhão e sob suspeita.
A Argélia figura entre os países onde é mais difícil seguir a Cristo. A pressão recai principalmente sobre os cristãos de origem muçulmana, vistos por muitos como traidores da família e da nação ao deixarem o islã.
Nos últimos anos, as autoridades intensificaram uma campanha de fechamento de igrejas protestantes. Templos foram lacrados e congregações inteiras foram obrigadas a interromper suas atividades, deixando grande parte dos crentes sem um lugar de comunhão. Normas legais vagas sobre o culto não muçulmano são usadas para restringir, multar e processar fiéis.
Apesar disso, a fé persiste, sobretudo entre os cabilas, onde muitos se voltaram a Cristo nas últimas décadas. Os crentes seguem orando e se reunindo, muitas vezes em silêncio e em pequenos grupos, sustentados pela esperança em meio à pressão.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
A Argélia abriga dezenas de grupos de povos, em sua quase totalidade muçulmanos e com pouco ou nenhum acesso ao evangelho. Entre eles estão os árabes argelinos, os cabilas, os mozabitas do vale do Mzab, os chaouias (povo berbere das montanhas do Aurès) do Aurès e os tuaregues (povo nômade berbere do Saara) do deserto. Muitas dessas línguas ainda não têm a Bíblia completa, e a maioria dos povos permanece sem uma presença cristã significativa, ainda que entre os cabilas tenha surgido um movimento notável de fé.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Source: Joshua Project. Estimations, susceptibles de varier.
Intercédez pour cette nation
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Logistique pour ceux qui souhaitent partir
bem mais barato que na Europa, mas com salários locais baixos
Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.
Tous ne partent pas, tous participent
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.
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