África Oriental
L'identité de la nation
O Bahrein é um pequeno arquipélago no Golfo Pérsico, formado por cerca de 30 ilhas ligadas à Arábia Saudita por uma ponte. Com aproximadamente 1,5 milhão de habitantes concentrados num território minúsculo, é um dos países mais densamente povoados e mais urbanizados do mundo: praticamente toda a população vive em cidades, com a capital Manama como coração econômico e cultural.
Sua história é antiquíssima. Foi o centro da civilização de Dilmun, próspero entreposto comercial da Idade do Bronze, e por mais de dois mil anos viveu da pesca de pérolas, atividade que moldou sua identidade até a descoberta do petróleo no século XX. Hoje, com reservas menores que as dos vizinhos, o Bahrein se reinventa como polo bancário e de serviços do Golfo.
O Islã é a religião do Estado e permeia a vida pública, com sunitas e xiitas convivendo no mesmo território, nem sempre sem tensão. Ao mesmo tempo, o país é conhecido por uma abertura relativa: comunidades cristãs, hindus e de outras fés, em sua maioria de trabalhadores estrangeiros, têm locais próprios de culto. Em Awali ergue-se a catedral católica Nossa Senhora da Arábia, a maior da Península Arábica.
A grande maioria da força de trabalho é composta por imigrantes, sobretudo do sul da Ásia, que sustentam a economia e formam a base das igrejas cristãs locais. Para esses estrangeiros há liberdade de culto em ambientes privados. Para o bahreinita nascido muçulmano que decide seguir Cristo, porém, o caminho é estreito: a pressão da família e da comunidade é intensa.
O Bahrein vive o contraste entre a modernidade dos arranha-céus de Manama e a força das tradições islâmicas e tribais. É uma nação pequena no mapa, mas estratégica como ponte entre povos, culturas e fés, onde o evangelho alcança facilmente os estrangeiros, mas ainda quase não toca o coração do povo bahreinita.
O Bahrein é um arquipélago de baixa altitude no Golfo Pérsico, a leste da Arábia Saudita, à qual se liga pela Ponte Rei Fahd. A maior ilha concentra a população e as cidades; o relevo é plano e desértico, com o ponto mais alto na modesta colina de Jebel Dukhan. A escassez de água e a aridez marcam toda a paisagem.
Prato nacional: arroz basmati cozido em caldo de carne, frango ou peixe, temperado com limão seco (loomi) e açafrão.
Arroz doce com tâmaras ou açúcar, servido tradicionalmente com peixe grelhado.
Doce gelatinoso de açafrão, água de rosas, ghee e nozes, oferecido com café em ocasiões festivas.
Café árabe aromatizado com cardamomo e açafrão, símbolo de hospitalidade.
Pastel frito recheado de carne ou legumes, popular no Ramadã.
Culture et spiritualité
2a · La culture
Receber o visitante com tâmaras e café é dever de honra; recusar a oferta soa como desfeita.
Sala de recepção onde homens se reúnem para conversar, decidir e estreitar laços comunitários.
As duas vertentes do Islã dividem o território, com identidades e tensões próprias.
A pesca de pérolas moldou a alma do país antes do petróleo e segue como fonte de orgulho.
Comer e cumprimentar com a mão direita; a esquerda é considerada impura.
A maioria dos trabalhadores vem do sul da Ásia, tornando o país um mosaico de povos.
2b · Le terrain
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
A fé muçulmana define o pertencimento ao povo; deixá-la é visto como trair a família e a nação.
Abandonar o Islã traz pressão severa da família e da comunidade sobre o convertido.
A prosperidade do Golfo alimenta a busca por status, consumo e segurança nas posses.
Rivalidades religiosas e políticas fragmentam a sociedade e geram desconfiança.
O medo de desonrar a família prende muitos longe de qualquer mudança de fé.
Imigrantes vulneráveis sofrem com abusos e condições injustas de trabalho.
A religião muitas vezes vira rito e tradição, sem encontro pessoal com Deus.
Cristãos locais escondem a fé por medo, sem poder viver em comunidade aberta.
A pregação a muçulmanos é proibida, e o povo bahreinita segue quase sem acesso ao evangelho.
O Bahrein figura entre os países onde seguir a Cristo custa caro para o cidadão local, embora a situação seja mais branda que a de vizinhos do Golfo. A maioria cristã do país é formada por trabalhadores estrangeiros, sobretudo do sul da Ásia, que podem cultuar em locais privados desde que não preguem a muçulmanos nem ofendam o Islã.
A pressão recai com força sobre o bahreinita que se converte do Islã. As normas ligadas à apostasia funcionam como fonte permanente de tensão, e o convertido enfrenta hostilidade da própria família e da comunidade: muitos são pressionados a renegar a fé, a se calar ou a deixar a região, sendo afastados dos seus. Mesmo possuir uma Bíblia em casa pode representar risco para quem deixou o Islã.
O número de bahreinitas que abraçam o cristianismo é muito pequeno, e essas pessoas vivem a fé na clandestinidade, sem a possibilidade de uma comunidade aberta. A liberdade visível dos estrangeiros convive, assim, com a invisibilidade dolorosa dos convertidos locais.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
O povo bahreinita é majoritariamente árabe e muçulmano, dividido entre sunitas e xiitas, e permanece quase totalmente sem acesso ao evangelho. Os árabes bahreinitas sunitas têm presença cristã abaixo de 0,1%, enquanto os xiitas, comunidade ainda maior, seguem com menos de 2% de evangélicos. As igrejas vivas do país são formadas sobretudo por trabalhadores estrangeiros, ao passo que o coração do povo nativo continua entre os menos alcançados da região.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Source: Joshua Project. Estimations, susceptibles de varier.
Intercédez pour cette nation
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Logistique pour ceux qui souhaitent partir
menor que nos EUA, alto para a região
Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.
Tous ne partent pas, tous participent
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.
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