Pays
Santa Helena est un territoire ou une dépendance de Reino Unido.
L'identité de la nation
Santa Helena é uma ilha vulcânica bem pequena, perdida no meio do oceano Atlântico Sul, a mais de 1.900 km da costa da África. Foi descoberta por navegadores portugueses em 1502 e batizada em homenagem à santa cristã do mesmo nome. Poucos lugares no mundo têm uma história tão marcada pelo isolamento: por séculos, a única forma de chegar até lá era de navio, uma viagem que podia levar semanas.
A colonização começou com a Companhia Britânica das Índias Orientais, no século XVII, e trouxe consigo um capítulo doloroso: durante gerações, pessoas escravizadas vindas da África, de Madagascar e da Ásia formaram boa parte da população da ilha, moldando a mistura de povos que hoje forma o povo local, chamado carinhosamente de “Saints” (que significa “santos” em inglês, apelido histórico dos moradores da ilha). A ilha também guarda um momento famoso da história mundial: foi lá que o imperador francês Napoleão Bonaparte viveu exilado, de 1815 até sua morte em 1821.
A fé cristã chegou junto com os colonizadores britânicos, e a Igreja Anglicana se tornou parte da própria identidade da ilha, presente nas escolas, nas datas comemorativas e na vida cotidiana. Quase toda a população se declara cristã, mas boa parte dessa fé é herdada por tradição de família, sem necessariamente significar uma vida espiritual viva e transformada. Entre os mais jovens, cresce o número dos que dizem não ter religião nenhuma.
Hoje Santa Helena enfrenta desafios bem concretos: a população é pequena e está envelhecendo, porque grande parte dos jovens deixa a ilha para estudar ou trabalhar no Reino Unido, de onde muitas vezes não voltam. A economia local depende bastante da ajuda financeira britânica, e o governo é o maior empregador da ilha. Mesmo assim, a chegada de um aeroporto em 2016 abriu a ilha ao mundo de um jeito que nunca tinha acontecido antes.
O maior chamado para Santa Helena hoje não é levar o evangelho pela primeira vez, já que a base cristã histórica é forte, mas ajudar essa fé herdada a se tornar viva, pessoal e capaz de sustentar um povo pequeno, unido e generoso em meio ao isolamento e às despedidas constantes de quem parte em busca de uma vida melhor.
Santa Helena é uma pequena ilha vulcânica no meio do oceano Atlântico Sul, a mais de 1.900 km da costa da África e cerca de 4.000 km da América do Sul, o que a torna um dos lugares habitados mais isolados do planeta. O território tem cerca de 122 km² de área, com relevo bem acidentado, formado por montanhas e vales profundos que restam de uma antiga atividade vulcânica. O ponto mais alto é o Pico de Diana, com cerca de 818 metros, coberto por uma rara floresta de neblina.
Bolinhos fritos de peixe (geralmente atum), batata amassada e temperos, um dos pratos mais queridos da ilha
Prato único de arroz temperado, às vezes apimentado, cozido com peixe ou carne
Prato tradicional feito com abóbora e legumes cultivados na própria ilha
Bolinho doce em formato de dedo, coberto de glacê rosa e coco ralado
Um dos cafés mais raros e caros do mundo; a planta chegou à ilha no século XVIII e ganhou fama internacional no século XIX
Culture et spiritualité
2a · La culture
Escadaria de 699 degraus que liga Jamestown ao bairro de Half Tree Hollow, um dos símbolos mais conhecidos da ilha
Casa onde Napoleão Bonaparte viveu os últimos anos de seu exílio, hoje transformada em museu
Ponto mais alto da ilha, com floresta de neblina única e trilhas para caminhada
Animal terrestre mais velho do mundo, vivendo nos jardins da residência do governador desde o século XIX
Produz uma bebida feita do figo-da-índia (um tipo de cacto trazido para a ilha no século XIX), tradição local até hoje
2b · Le terrain
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
Muita gente foi batizada e frequenta a igreja anglicana por costume de família, sem uma fé pessoal e viva em Cristo
A nova geração se afasta da igreja, e cresce o número dos que dizem não ter nenhuma religião
Décadas vivendo da ajuda financeira do Reino Unido alimentam a sensação de que nada pode mudar ali
Os jovens mais capazes deixam a ilha em busca de trabalho lá fora, esvaziando famílias e igrejas
A distância do resto do mundo também isola a igreja local de recursos e de comunhão com outros cristãos
O tungi, bebida forte feita do figo-da-índia, e outras bebidas alimentam o abuso nas festas e no dia a dia
Numa comunidade pequena e fechada, a fofoca e o medo do julgamento pesam sobre a vida das famílias
O passado de escravidão dos primeiros habitantes da ilha ainda pesa na memória do povo, sem muito espaço para cura
As igrejas históricas seguem de pé, mas muitas vezes sem um mover fresco do Espírito Santo que transforme vidas
A separação entre quem fica e quem parte para trabalhar fora gera solidão emocional, inclusive entre os jovens
Em Santa Helena não existe perseguição religiosa. A liberdade de crença é garantida por lei e respeitada na prática, e a Igreja Anglicana carrega um papel histórico central na vida da ilha desde a colonização britânica.
O maior desafio para a fé cristã ali não vem de fora, mas de dentro: o hábito de ligar a fé só a tradições e cerimônias, sem uma vida espiritual renovada. Entre os mais jovens, cresce o número dos que dizem não ter nenhuma religião, sinal de um afastamento silencioso da igreja que preocupa os líderes locais.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
Santa Helena tem um único povo listado pelo Projeto Josué, o povo de Santa Helena (os "Saints"), formado ao longo dos séculos pela mistura de colonizadores europeus, africanos trazidos como escravizados e trabalhadores vindos da Ásia. Hoje esse povo é considerado parcialmente alcançado pelo evangelho: quase toda a população se identifica como cristã, mas a proporção de evangélicos ainda é pequena, em torno de 8% a 9%.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Intercédez pour cette nation
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Logistique pour ceux qui souhaitent partir
Territoire
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Tous ne partent pas, tous participent
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.
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