Caribe
L'identité de la nation
A Turquia é um país que atravessa dois continentes: a maior parte do seu território fica na Ásia, na península chamada de Anatólia, enquanto uma pequena parte a oeste do estreito de Bósforo (a passagem de mar que corta Istambul em dois) pertence à Europa. Essa posição geográfica sempre fez do país uma ponte de povos, culturas e rotas comerciais entre o Oriente e o Ocidente. Foi também aqui, na antiga Ásia Menor, que o cristianismo deu seus primeiros passos: o apóstolo Paulo nasceu na cidade de Tarso e viajou por essas terras plantando igrejas em lugares como Éfeso, Antioquia e Galácia. Várias cartas do Novo Testamento foram escritas para comunidades cristãs que existiam onde hoje é a Turquia.
Hoje, porém, a realidade é bem diferente. Quase toda a população é muçulmana, e a identidade turca está tão ligada ao islamismo que, para muita gente, ser turco e ser muçulmano é praticamente a mesma coisa. Essa mistura entre nação e religião torna a conversão ao cristianismo algo raro e, muitas vezes, mal visto, como se fosse um ato de traição à própria pátria. O Estado turco, apesar de se declarar secular desde as reformas do início do século XX, mantém um órgão oficial que supervisiona e financia as mesquitas do país, o que mostra como o islamismo ainda está profundamente ligado às estruturas do governo.
As comunidades cristãs históricas, como as igrejas armênia, grega ortodoxa e assíria (também chamada de síria), sobrevivem em pequeno número, principalmente em Istambul. Elas guardam uma memória de quase dois mil anos de presença cristã na região, mas enfrentam vigilância constante e são tratadas como comunidades estrangeiras, mesmo tendo raízes na terra muito antes da chegada dos povos turcos. Ao lado dessas igrejas antigas, existe uma pequena e crescente comunidade de turcos que deixaram o islamismo para seguir Jesus, muitas vezes em silêncio, por causa da pressão familiar e social que essa escolha pode trazer.
A Turquia também se tornou refúgio para milhões de pessoas de outros países muçulmanos, especialmente sírios, afegãos e iraquianos que fugiram de guerras e perseguições. Isso fez do país um dos maiores campos missionários não alcançados do mundo, todo dentro de suas próprias fronteiras: turcos, curdos, árabes e outros povos vivendo lado a lado, quase todos sem nenhum contato vivo com o evangelho.
Ainda assim, há sinais de esperança. Pequenas igrejas de casa, formadas principalmente por convertidos do islamismo, continuam se reunindo em várias cidades turcas. A terra que já foi berço do cristianismo primitivo pode, mais uma vez, se tornar um lugar onde a fé floresce, mas isso vai exigir oração perseverante e obreiros dispostos a amar esse povo com paciência e respeito.
A Turquia é um país que fica ao mesmo tempo na Europa e na Ásia, ligado pelo estreito de Bósforo, uma passagem estreita de mar que corta a cidade de Istambul em dois lados. A maior parte do território, chamada de Anatólia (a península da Ásia Menor), fica na Ásia, enquanto uma pequena faixa a oeste do Bósforo pertence à Europa. O relevo varia de planícies costeiras no litoral do Mediterrâneo e do mar Negro a um planalto central alto e seco, com montanhas no leste, onde fica o monte Ararate, o pico mais alto do país.
Carne grelhada ou assada em espeto, preparada de várias formas em todas as regiões do país.
Pequenos pastéis parecidos com um ravióli, recheados de carne e servidos com iogurte e manteiga com pimenta.
Doce de massa fina em camadas, recheado com pistache ou nozes e coberto de calda de mel.
Pão redondo em forma de anel, coberto de gergelim, vendido nas ruas como café da manhã.
Arroz cozido em manteiga ou óleo, acompanhamento tradicional de quase toda refeição turca.
Almôndegas de carne moída temperada, grelhadas ou fritas, um dos pratos mais populares do país.
Bebida servida em pequenos copos de vidro em forma de tulipa, presente em quase todo encontro social.
Culture et spiritualité
2a · La culture
Receber bem quem visita a casa é considerado uma questão de honra em toda a Turquia.
Compartilhar um copo de chá é o gesto social mais comum do dia a dia, de lojas a escritórios.
A tecelagem de tapetes é uma tradição artesanal antiga, com padrões que variam por região.
A arquitetura religiosa, como a Mesquita Azul, mostra séculos de história otomana.
Éfeso, Antioquia e outras cidades citadas no Novo Testamento ficam em território turco.
Região de formações rochosas únicas, onde os primeiros cristãos escavaram casas e igrejas na pedra para se esconder de perseguições.
2b · Le terrain
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
A identidade nacional turca está tão misturada com o islamismo que se converter ao cristianismo é visto como trair a própria nação.
O governo mantém um órgão oficial que supervisiona e financia as mesquitas, ligando religião e Estado.
Deixar o islamismo é visto como desonra à família, o que gera forte pressão para que o convertido volte atrás.
O legado das reformas do século XX trata a fé como algo só privado, dificultando qualquer expressão religiosa pública.
Ordens místicas islâmicas atraem quem busca uma experiência espiritual mais profunda, afastando-o do evangelho.
As memórias dos massacres contra armênios, gregos e assírios cristãos ainda alimentam desconfiança entre os povos do país.
Nas grandes cidades, o sucesso material e o consumo competem com qualquer busca espiritual mais séria.
Poucos cristãos de origem turca conseguem encontrar uma comunidade de fé que os apoie de verdade.
As igrejas históricas armênia, grega e síria vivem sob observação constante das autoridades.
Crenças em amuletos, como o olho azul contra o mau-olhado, se misturam à prática religiosa do dia a dia.
Na Turquia, ser turco e ser muçulmano são vistos por muita gente como a mesma coisa. Essa ligação forte entre identidade nacional e islamismo torna a conversão ao cristianismo um ato visto como traição à própria nação, não só à religião.
Quem deixa o islamismo para seguir Jesus enfrenta rejeição da família, pressão social e, em alguns casos, ameaças de grupos extremistas. Mulheres convertidas estão em situação especialmente vulnerável: podem ser mantidas em casa pela própria família, sofrer abuso ou ser expulsas do lar quando dependem financeiramente dos parentes.
As comunidades cristãs históricas, como as igrejas armênia, grega ortodoxa e assíria (também chamada de síria), são tratadas como estrangeiras, mesmo existindo na região há quase dois mil anos. Elas vivem sob vigilância constante do governo e, em alguns casos, sofrem roubo de terras e ataques a suas propriedades.
Líderes de igrejas e pastores, principalmente os que atendem convertidos do islamismo, já receberam ameaças de morte. Ainda assim, pequenas comunidades de fé continuam se reunindo, muitas vezes de forma discreta, mantendo viva a esperança em um país onde o cristianismo nasceu, mas hoje é uma minoria pequena.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
A Turquia tem pelo menos 85 grupos étnicos, e 61 deles (71,8% do total) ainda são considerados não alcançados pelo evangelho. Juntas, essas 61 etnias somam cerca de 86,8 milhões de pessoas, ou seja, 99,2% da população do país vive em grupos que ainda não têm uma comunidade própria de cristãos capaz de alcançá-los. O maior desses grupos é o dos próprios turcos, com menos de 1 em cada 1.000 pessoas identificadas como cristãs de qualquer forma. Também vivem no país curdos, árabes sírios, afegãos e outras minorias, muitas refugiadas de guerras vizinhas, formando um dos maiores campos missionários não alcançados do mundo dentro das fronteiras de um único país.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Source: Joshua Project. Estimations, susceptibles de varier.
Intercédez pour cette nation
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Logistique pour ceux qui souhaitent partir
Preço médio para uma pessoa em restaurante popular em Istambul, segundo o Numbeo.
Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.
Tous ne partent pas, tous participent
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.
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