Polinésia
L'identité de la nation
Uganda é um país sem litoral no leste da África, conhecido desde os tempos coloniais como a “Pérola da África” por suas colinas verdes, seu clima ameno e a beleza do Lago Vitória e da nascente do rio Nilo. É também, silenciosamente, um dos lugares do mundo onde o cristianismo mais cresceu nos últimos cento e cinquenta anos: mais de 8 em cada 10 ugandenses hoje se identificam como cristãos.
Essa história começou de um jeito difícil. Nos primeiros anos depois da chegada dos primeiros missionários, entre 1885 e 1887, o rei local mandou matar dezenas de jovens convertidos, católicos e anglicanos, que se recusaram a negar a fé em Cristo. Eles ficaram conhecidos como os Mártires de Uganda, e o sangue deles se tornou, para muitos historiadores da igreja africana, a semente de um cristianismo que não parou de crescer desde então.
Décadas depois, nos anos 1930, Uganda foi um dos centros de um movimento de avivamento que ficou conhecido como Balokole (palavra da língua luganda que significa “os salvos”). Esse movimento marcou profundamente a forma como os ugandenses vivem a fé até hoje: com muita alegria, confissão aberta de pecados e um desejo real de viver o que a Bíblia ensina, não só de frequentar um templo. Esse legado ainda pulsa nas igrejas do país, entre as mais vivas e numerosas da África.
Ao mesmo tempo, Uganda vive hoje um chamado prático de acolhida: é o país que mais recebe refugiados em toda a África, com mais de dois milhões de pessoas vindas do Sudão do Sul, da República Democrática do Congo e de outros países vizinhos em conflito. Isso coloca a igreja local numa posição única para servir, discipular e mostrar o amor de Cristo a quem chega sem nada. Ao mesmo tempo, o país ainda carrega feridas: o trauma dos anos de guerra no norte, a crença generalizada em feitiçaria e curandeiros tradicionais mesmo entre famílias que se dizem cristãs, e um grupo armado de inspiração islâmica que ainda ataca comunidades na fronteira oeste, perto do Congo.
Uganda não é hoje um campo que só recebe: é, cada vez mais, um país que também envia. Cristãos ugandenses têm ido para outras partes da África e do mundo como obreiros, levando o mesmo entusiasmo e a mesma fé prática que marcaram o avivamento do século passado. O maior desafio da igreja no país não é a falta de cristãos, mas a profundidade da fé: transformar uma cristandade de tradição em discípulos que conhecem a Bíblia, resistem à mistura com crenças antigas e vivem a esperança do evangelho em cada área da vida.
Uganda fica no leste da África e não tem saída para o mar: faz fronteira com o Quênia, o Sudão do Sul, a República Democrática do Congo, Ruanda e a Tanzânia. O país é cortado pela linha do equador e banhado, na parte sul, pelo Lago Vitória, o maior lago da África. É em suas margens, na cidade de Jinja, que nasce o rio Nilo, um dos rios mais importantes do mundo. O relevo é formado, em boa parte, por planaltos verdes e férteis, o que ajuda a explicar o apelido de "Pérola da África" dado ao país ainda na época colonial. No oeste, a cordilheira dos Montes Rwenzori chega a ter picos cobertos de neve, algo raro tão perto da linha do equador.
banana-da-terra verde cozida e amassada, o prato mais tradicional do país
ovo mexido com legumes enrolado numa espécie de panqueca fina de trigo (chapati), muito popular como comida de rua
carne, frango ou peixe cozidos lentamente dentro de folhas de bananeira, prato de festa que nasceu na corte do reino de Buganda
mingau firme feito de farinha de milho, que acompanha quase toda refeição
pão fino e macio, feito na frigideira, comido puro ou dentro de outros pratos
gafanhotos fritos, um petisco tradicional bem apreciado na época das chuvas
Culture et spiritualité
2a · La culture
Uganda tem vários reinos históricos, como Buganda, Busoga, Toro, Bunyoro e Ankole, que mantêm reis e costumes próprios dentro do Estado moderno
o rei do povo baganda, hoje uma figura sobretudo cultural e simbólica, mas ainda muito respeitada
ritmos e danças tradicionais, como o bakisimba, fazem parte de quase toda celebração importante
motocicleta usada como taxi, o meio de transporte mais comum nas cidades e no campo
receber bem quem visita, com comida e atenção, é considerado uma das maiores virtudes locais
idosos recebem honra especial dentro da família e da comunidade
em Jinja, o rio Nilo nasce do Lago Vitória, um marco geográfico e histórico do país
apelido usado desde a época colonial para descrever a beleza natural do país, com suas colinas verdes e clima ameno
2b · Le terrain
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
crença generalizada em curandeiros tradicionais para buscar cura, proteção e riqueza, incluindo casos extremos de sacrifício de crianças
muita gente é batizada ainda criança, mas nunca chega a viver um discipulado profundo na fé cristã
a lealdade ao próprio grupo étnico às vezes pesa mais do que a unidade como nação ou como igreja
o desvio de recursos públicos prejudica o desenvolvimento do país e alimenta a desconfiança nas instituições
o trauma deixado pelos anos de conflito no norte, incluindo o sequestro de crianças, ainda pesa sobre muitas famílias
Uganda tem um dos maiores índices de consumo de álcool por pessoa em toda a África
prática tradicional em algumas regiões que desafia o ensino bíblico sobre casamento
um grupo armado de inspiração islâmica atua na região oeste, perto da fronteira com o Congo
mulheres enfrentam desigualdade e, em muitos lares, violência doméstica
o crescimento das cidades traz junto a busca por status e dinheiro como novos ídolos
Na maior parte de Uganda, cristãos podem se reunir, construir igrejas e falar de sua fé com liberdade, já que a maioria da população se declara cristã. O maior risco recai sobre um grupo específico: pessoas que decidem deixar o islamismo para seguir Jesus, sobretudo no leste do país.
Esses novos convertidos costumam enfrentar rejeição da própria família, pressão da comunidade e, em alguns casos, violência física por causa da mudança de fé. Há relatos recentes de agressões, ameaças e até incêndio de casas ligadas a essas comunidades.
No oeste do país, na fronteira com a República Democrática do Congo, um grupo armado islamita chamado Forças Democráticas Aliadas (ADF, na sigla em inglês) atua há anos tentando impor pela violência um território sob regras islâmicas radicais. Igrejas e vilarejos cristãos da região já foram alvo de ataques desse grupo.
Fora dessas situações específicas, a fé cristã é livre e até incentivada publicamente em Uganda. O maior desafio da igreja no país não é tanto a perseguição de fora, mas a necessidade de um discipulado mais profundo, que vá além da tradição herdada dos pais.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
Uganda tem 66 grupos étnicos catalogados, e a grande maioria já tem acesso ao evangelho e comunidades cristãs estabelecidas: mais de 90% da população do país pertence a povos considerados significativamente alcançados. Apenas dois povos ainda são classificados como não alcançados pelo Joshua Project: os aringa, um povo de maioria muçulmana no noroeste do país, na fronteira com o Sudão do Sul, e a pequena comunidade guzerate, de origem indiana e tradição hindu, presente principalmente nas cidades. Juntos, eles somam pouco mais de 1 milhão de pessoas, uma fração pequena da população total, mas ainda sem uma presença cristã relevante entre eles.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Source: Joshua Project. Estimations, susceptibles de varier.
Intercédez pour cette nation
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Logistique pour ceux qui souhaitent partir
preço médio de uma refeição popular em Kampala
Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.
Tous ne partent pas, tous participent
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.
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