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L'identité de la nation
A Arábia Saudita ocupa um lugar único no mapa espiritual do mundo: é o berço do islamismo, guarda as duas cidades mais sagradas dessa fé (Meca e Medina) e se vê como guardiã dessa herança religiosa. Por isso, o país mantém uma das legislações mais restritivas do mundo em relação à liberdade de crença: não existem igrejas abertas em todo o território, e anunciar a fé cristã a um muçulmano é proibido por lei.
Apesar disso, a Arábia Saudita de hoje não é mais totalmente isolada. Milhões de trabalhadores estrangeiros, vindos principalmente das Filipinas, da Índia e de outros países da Ásia, vivem e trabalham no país, e entre eles existem comunidades cristãs discretas que se reúnem em casas particulares. Ao mesmo tempo, o plano de modernização do governo, conhecido como Vision 2030, vem abrindo o país ao turismo, ao entretenimento e a um contato maior com o mundo exterior, o que também cria novas oportunidades de convivência e diálogo.
Entre os próprios sauditas, pesquisas independentes sugerem que existam decenas de milhares de pessoas que creem em Jesus secretamente, sustentando a fé sozinhas ou em pequenos grupos de confiança, sem qualquer apoio de uma igreja formal. Viver essa fé custa caro: pode significar perder a família, o emprego e até a própria segurança. Ainda assim, esses crentes escondidos são um sinal de que Deus está agindo mesmo nos lugares mais fechados.
O povo saudita carrega valores fortes de hospitalidade, honra e lealdade à família e ao clã. Esses mesmos valores, que hoje sustentam barreiras ao evangelho, podem um dia se tornar pontes: a mesma generosidade que abre a casa para o café e as tâmaras do visitante pode um dia abrir o coração para a Boa Nova. A Arábia Saudita é um chamado à oração perseverante, silenciosa e cheia de esperança.
A Arábia Saudita ocupa a maior parte da Península Arábica, entre o Mar Vermelho e o Golfo Pérsico. É um país quase todo desértico: no sul está o Rub al-Khali (o "Quarto Vazio"), uma das maiores extensões de deserto de areia contínuo do mundo, com dunas que chegam a 250 metros de altura. No sudoeste, a cadeia de montanhas de Asir tem picos acima de 3.000 metros e um clima mais fresco. Não há rios permanentes em todo o território.
prato nacional: arroz temperado com especiarias, servido com cordeiro, frango ou peixe e coberto com passas e castanhas
trigo partido cozido lentamente com carne e especiarias, considerado uma comida caseira e reconfortante
pastel triangular frito, recheado com carne moída ou queijo, comum como entrada
pão árabe achatado, servido em quase todas as refeições
fruto símbolo da hospitalidade árabe, servido a qualquer visitante junto com café
café árabe levemente amargo, com cardamomo, servido em pequenas xícaras sem alça
Culture et spiritualité
2a · La culture
receber bem o visitante com café e tâmaras é considerado quase sagrado
homens usam o thobe (túnica longa e solta) e mulheres a abaya (manto longo); ambos expressam identidade e modéstia
usada para decorar mesquitas e copiar o Alcorão, uma das grandes tradições visuais do país
dança tradicional com espadas, comum em celebrações nacionais e casamentos
construções antigas de pedra e barro, algumas com mais de dois mil anos
tradição antiga de caça com falcões treinados, ainda praticada e muito valorizada
2b · Le terrain
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
a fé islâmica está entrelaçada com as leis e a identidade nacional, tornando difícil separar cultura de religião
deixar o islamismo é visto como traição à família, ao clã e à nação, com risco de rejeição e violência
a lealdade ao clã e à tribo muitas vezes pesa mais do que a busca pela verdade
o medo de envergonhar a família molda decisões pessoais mais do que a própria consciência
a riqueza do petróleo alimenta a sensação de que segurança e valor vêm dos bens, não de Deus
mulheres enfrentam forte controle social, mesmo com as reformas recentes
o medo constante de ser observado sufoca a liberdade de fé e de expressão
o orgulho de ser guardião dos lugares sagrados do islã reforça a resistência ao evangelho
centros comerciais e riqueza ostentada podem substituir a busca espiritual genuína
o turismo religioso do Hajj e da Umrah movimenta bilhões, mas pode esvaziar seu sentido espiritual
Na Arábia Saudita, seguir Jesus depois de ter nascido muçulmano é tratado como traição à família, ao clã e à identidade nacional. A lei islâmica (sharia) prevê pena de morte para quem abandona o islamismo, embora não existam registros recentes de execuções especificamente por esse motivo; na prática, a punição mais comum vem da própria família e da comunidade, que pode rejeitar, agredir ou expulsar de casa quem se converte. O país aparece entre as piores posições do mundo em liberdade religiosa nos relatórios anuais da Portas Abertas.
Igrejas visíveis são proibidas em todo o território. Os cristãos, em sua maioria trabalhadores estrangeiros das Filipinas, da Índia e de outros países, só podem se reunir em pequenos grupos, de forma discreta, dentro de casas. Quando uma dessas reuniões é descoberta, os participantes correm risco de prisão e deportação. Estudos independentes estimam que existam decenas de milhares de sauditas que creem secretamente em Jesus, sustentando a fé sozinhos ou em redes muito pequenas e de extrema confiança, sem qualquer apoio de uma igreja formal.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
A Arábia Saudita tem 57 grupos de povos distintos, a maioria formada por árabes sauditas (najdi, hijazi e do golfo) e por comunidades de trabalhadores estrangeiros vindos da Ásia. Desses 57 grupos, 43 (75,4%) ainda são considerados não alcançados pelo evangelho, o que representa 90,4% de toda a população do país. Os próprios árabes sauditas, povo majoritário e devoto do islamismo, seguem entre os grupos menos alcançados do mundo.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Source: Joshua Project. Estimations, susceptibles de varier.
Intercédez pour cette nation
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Logistique pour ceux qui souhaitent partir
equivalente a um combo de fast-food
Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.
Tous ne partent pas, tous participent
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.
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