República PresidencialistaMaioria cristãCoração indígena dos Andes e da América do Sul
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L'identité de la nation
À propos de la nation
À propos de Bolívia
A Bolívia é a nação mais indígena da América Latina. Mais de um terço da população se identifica com algum dos povos originários, e a Constituição de 2009 reconhece o castelhano e 36 línguas nativas como idiomas oficiais. O quéchua e o aimará, herdeiros do mundo andino e do antigo império inca, ainda são falados por milhões de pessoas no altiplano e nos vales.
Sem saída para o mar desde a guerra com o Chile no século XIX, o país se divide entre o altiplano frio e elevado, os vales temperados e as terras baixas tropicais que avançam pela Amazônia e pelo Chaco. Essa geografia extrema moldou um povo resiliente, profundamente ligado à terra, às montanhas e às tradições da comunidade.
A fé cristã chegou com a colonização espanhola e hoje a Bolívia é de ampla maioria cristã. O catolicismo é majoritário e o evangelho tem crescido com força, sobretudo entre as igrejas evangélicas e pentecostais. Ao mesmo tempo, a religiosidade andina permanece viva: a devoção à Pachamama, a terra mãe, e os rituais ligados às montanhas convivem e se misturam com a prática cristã.
Esse mistura de religiões é o grande desafio espiritual da nação. Em muitas comunidades, batismo e missa convivem com oferendas à terra e com a consulta a curandeiros, e o nome de Cristo se sobrepõe a antigos cultos sem que o coração seja transformado. A necessidade não é apenas de mais cristãos, mas de uma fé enraizada e discipulada.
Apesar de ser país de maioria cristã, dezenas de povos das terras baixas e comunidades remotas ainda têm pouco acesso ao evangelho na própria língua e cultura. A Bolívia é uma nação que precisa que o evangelho desça das catedrais coloniais até o coração dos seus povos.
Histoire
Antes da colonização Os Andes bolivianos foram berço da cultura de Tiwanaku e depois parte do império inca; milhões de indígenas habitavam o território.
1538 Os espanhóis conquistam a região, que passa a ser chamada Alto Peru, sob o Vice-Reino do Peru.
1545 A descoberta de prata em Potosí faz da cidade uma das mais ricas do mundo, sustentada pelo trabalho forçado indígena.
1781 Túpac Katari lidera um grande cerco indígena a La Paz, símbolo da resistência contra o domínio colonial.
1809 Os levantes de Chuquisaca e La Paz dão início às lutas de independência no Alto Peru.
1825 Em 6 de agosto, o país declara independência e adota o nome Bolívia em homenagem a Simón Bolívar; Antonio José de Sucre é um dos libertadores.
1879-1884 A Guerra do Pacífico contra o Chile faz a Bolívia perder o litoral e ficar sem saída para o mar.
1952 A Revolução Nacional traz voto universal, reforma agrária e nacionalização das minas de estanho.
2006 Evo Morales assume como o primeiro presidente de origem indígena do país.
2009 A nova Constituição reconhece o castelhano e 36 línguas indígenas como idiomas oficiais.
Hoje País andino de maioria cristã, com forte identidade indígena e o desafio da mistura de religiões.
Langues
Castelhano (espanhol)oficial e língua mais usada nas cidades e na vida pública
Quéchuaherança andina e inca, falado por cerca de 2,3 a 2,8 milhões de pessoas
Aimarálíngua do altiplano, com cerca de 2 milhões de falantes
Guaraniprincipal língua indígena das terras baixas do sul
Línguas indígenasao todo, 36 línguas originárias reconhecidas como oficiais
Géographie, villes et climat
A Bolívia ocupa o coração da América do Sul e não tem saída para o mar. Seu território passa dos Andes nevados, com o altiplano elevado e frio, aos vales temperados, e desce até as terras baixas tropicais que avançam pela Amazônia e pelo Chaco. Essa variação de altitude cria climas e paisagens muito diferentes em um mesmo país.
Principales villes
SucreCapital constitucional, sede do Judiciário, cidade histórica colonial
La PazSede do governo, cidade mais alta do mundo em altitude administrativa
Santa Cruz de la SierraMaior cidade e principal polo econômico, nas terras baixas
CochabambaCentro dos vales, conhecida pela gastronomia e clima ameno
El AltoCidade vizinha de La Paz, de maioria aimará e forte identidade indígena
PotosíHistórica cidade da prata, aos pés do Cerro Rico
Climat et températures
Altiplano e La PazFrio e seco, ar rarefeito a mais de 3.600 m, dias amenos e noites geladas
Vales (Cochabamba, Sucre)Temperado e agradável o ano todo
Terras baixas (Santa Cruz, Amazônia)Quente e úmido, em torno de 30°C
EstaçõesSeca de maio a outubro, chuvosa de novembro a abril
Personnalités connues
Adela Zamudio
Maior escritora e poetisa boliviana
Jaime Escalante
Professor de matemática cuja história inspirou o filme "Stand and Deliver"
Evo Morales
Primeiro presidente de origem indígena do país
Carlos Mesa
Historiador, jornalista e ex-presidente
Marcelo Martins Moreno
Maior artilheiro da seleção boliviana de futebol
Plats typiques
🥟
Salteña
Espécie de empanada suculenta recheada de carne ou frango, ovo e caldo temperado, clássica do café da manhã.
🍽️
Silpancho
Bife fino empanado servido sobre arroz e batata, com ovo frito e salada, prato típico dos vales.
🍟
Pique macho
Tiras de carne e linguiça sobre batatas fritas, com ovo, tomate e pimentão, prato farto para compartilhar.
🥤
Api
Bebida quente e doce de milho roxo com canela e cravo, comum no café da manhã.
🌽
Humintas
Massa de milho fresco temperada, assada ou cozida na própria palha.
🍲
Sopa de maní
Sopa cremosa de amendoim com carne, batata e macarrão, muito apreciada nos vales.
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Comprenez
Culture et spiritualité
2a · La culture
Repères culturels
Identidade indígena viva
A Bolívia é a nação mais indígena da América Latina, com 36 povos originários reconhecidos.
Valor da comunidade
A vida gira em torno da família ampliada e da comunidade, com forte ajuda mútua.
Ligação com a terra
A relação com a terra, as montanhas e a Pachamama é central na visão de mundo andina.
Festas e cores
Festivais como o Carnaval de Oruro reúnem música, dança e trajes coloridos, herança que mistura fé e tradição andina.
Vida no altiplano
A altitude e o frio moldam um povo paciente, resistente e ligado às rotinas da terra.
Contrastes regionais
O altiplano andino e as terras baixas tropicais têm culturas, sotaques e ritmos de vida distintos.
À éviter
✕
Desprezar a cultura indígenaA identidade originária é motivo de orgulho; tratá-la como atraso ofende profundamente.
✕
Ignorar a altitudeEm La Paz e no altiplano, esforço excessivo logo na chegada pode causar mal de altitude; é preciso ir devagar.
✕
Generalizar o paísA realidade do altiplano é muito diferente das terras baixas; cada região tem sua cultura.
✕
Tratar a pobreza com penaDignidade e parceria valem mais que assistencialismo ou superioridade.
✕
Desrespeitar o tempo das relaçõesA confiança se constrói devagar; pressa e formalidade fria afastam.
Indicateurs socio-économiques
2b · Le terrain
Religions
Católicos72.4%
Evangélicos16.3%
Sem religião3.7%
Religiões étnicas3.1%
Outros cristãos2.2%
Bahá'í1.9%
Ce qui doit être racheté · Là où la nation s'est éloignée de Dieu
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
A fé cristã se mistura ao culto da Pachamama e a rituais andinos, diluindo o evangelho.
Oferendas à Pachamama e aos espíritos das montanhas ocupam o lugar de devoção a Deus.
A consulta a yatiris e curandeiros busca proteção e poder fora de Cristo.
Despachos e oferendas viram troca de favores espirituais por prosperidade.
A desonestidade e a instabilidade política minam a confiança e a justiça.
Comunidades indígenas e rurais seguem à margem do desenvolvimento.
O consumo excessivo de álcool em festas e no cotidiano fere famílias.
A sensação de que nada muda aprisiona comunidades inteiras na resignação.
Tensões entre altiplano e terras baixas alimentam rivalidade e separação.
Dezenas de povos amazônicos seguem sem acesso pleno ao evangelho.
Tradição e ritual sobrepostos a Cristo sem mudança real de coração.
Liberté et accès
Persécution religieuse
Na Bolívia há ampla liberdade religiosa e o cristianismo é a fé majoritária, por isso a perseguição é baixa. Os cristãos podem se reunir, evangelizar e viver sua fé com liberdade na maior parte do país.
As tensões existentes são pontuais e locais. Em algumas comunidades indígenas rurais, quem abandona os rituais andinos e a devoção à Pachamama para seguir somente a Cristo pode enfrentar pressão social ou rejeição da própria comunidade. O desafio central, porém, é menos a perseguição e mais o discipulado saudável, o enfrentamento da mistura de religiões e o alcance dos povos das terras baixas que ainda têm pouco acesso ao evangelho.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
Peuples non atteints
A Bolívia é a nação mais indígena da América Latina, com 36 povos originários reconhecidos. Mesmo sendo país de ampla maioria cristã, dezenas de povos das terras baixas, na Amazônia e no Chaco, ainda têm pouco acesso ao evangelho na própria língua e cultura, e há línguas que seguem sem a Bíblia traduzida. O grande desafio é levar uma fé enraizada e discipulada do altiplano às comunidades mais remotas.
No país i
91,8%cristãos
19,4%evangélicos
Por população i
0,2%não alcançada
94,9%significativamente alcançada
23 k Não alcançado 0,2%
23 k Pouco alcançado 0,2%
8 k Superficialmente alcançado 0,1%
585 k Parcialmente alcançado 4,7%
11,8 M Significativamente alcançado 94,9%
Por grupos de povos i
43grupos de povos
2não alcançados · 4,7%
2 Não alcançado 4,7%
2 Pouco alcançado 4,7%
3 Superficialmente alcançado 7%
20 Parcialmente alcançado 46,5%
16 Significativamente alcançado 37,2%
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Coração indígena das AméricasResiliência e perseverançaIgreja que cresceAdoração enraizada na culturaValor da comunidadePonte entre os povos andinos
Sujets de prière
Intercession pour Bolívia
Pela igreja boliviana, para que cresça em discipulado profundo e em uma fé livre de sincretismo.
Pelos povos das terras baixas, na Amazônia e no Chaco, que ainda têm pouco acesso ao evangelho.
Para que as Escrituras sejam traduzidas nas línguas indígenas que ainda não têm a Bíblia.
Por homens e mulheres do altiplano presos ao culto da Pachamama e aos rituais andinos, para que encontrem em Cristo o verdadeiro Senhor.
Pelos que abandonam antigas práticas para seguir Jesus e enfrentam rejeição em suas comunidades.
Por justiça e integridade na vida pública, contra a corrupção e a instabilidade política.
Pelas comunidades indígenas e rurais excluídas, para que conheçam o amor e a dignidade que vêm de Deus.
Pela cura das divisões entre o altiplano e as terras baixas, para que a nação caminhe unida.
Pelas famílias feridas pelo alcoolismo, para que encontrem restauração e esperança.
Por líderes cristãos bolivianos que ensinem a Palavra com profundidade e amor ao seu povo.
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Santa Cruz de la Sierra
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Sucre
Coût de la vie
Custo de vidaBaixo
um dos mais acessíveis da América do Sul
Refeição simples (restaurante)Bs 25 almoço local com sopa e prato
Refeição para 2 (médio)Bs 150 três pratos
Café (cappuccino)Bs 15
Passagem de transporteBs 3 ônibus ou micro urbano
Leite (1 litro)Bs 7
Aluguel 1 quarto (centro)Bs 1.800/mês cerca de US$ 255
Coût dans les villes
Santa Cruz de la SierraCostuma ser a cidade mais cara do país
La Paz e El AltoMais acessíveis, sobretudo fora das áreas centrais
Áreas rurais e altiplanoBem mais baratas que as grandes cidades
Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.
Conseils pratiques pour ceux qui partent
Suba devagar: em La Paz e no altiplano, a altitude exige adaptação; descanse nos primeiros dias e hidrate-se bem.
Aprenda espanhol: é a língua do dia a dia; algumas frases em quéchua ou aimará abrem portas no interior.
Tenha dinheiro em espécie: muitos lugares não aceitam cartão, sobretudo fora das grandes cidades.
Respeite as tradições indígenas: pergunte antes de fotografar pessoas e cerimônias.
Prepare-se para o frio do altiplano: as noites são geladas mesmo no verão.
Prefira água engarrafada e cuidado com a comida de rua nos primeiros dias.
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Envoyez et soutenez
Tous ne partent pas, tous participent
Tous ne partent pas. Tous participent.
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.