Oriente Médio
L'identité de la nation
A Coreia do Sul ocupa a metade sul de uma península moldada por séculos de dinastias, invasões e, no século XX, por uma guerra que separou para sempre um só povo em duas nações. Da pobreza do pós-guerra, o país se reergueu em poucas décadas até se tornar uma das maiores economias do mundo, referência global em tecnologia e cultura pop, um contraste vivo entre a tradição confucionista e a modernidade acelerada.
Nesse mesmo período, o cristianismo cresceu como em poucos lugares da Ásia. De poucos milhares de fiéis no início do século XX, o país passou a ter uma das maiores concentrações de igrejas por habitante do mundo, com congregações imensas e um compromisso histórico com a oração de madrugada. A Coreia do Sul tornou-se também um dos maiores países enviadores de missionários do mundo, fruto direto do avivamento que sacudiu a nação há mais de um século.
Mas o crescimento perdeu fôlego. As novas gerações, criadas sob pressão de estudos, trabalho e comparação social, têm se afastado da igreja, vista por muitos como antiquada ou associada a escândalos de liderança. Ao mesmo tempo, crenças antigas como o xamanismo, a busca por xamãs (chamados mudang) para resolver problemas do dia a dia, continuam a disputar corações mesmo numa sociedade hiperconectada.
A ferida da divisão da península também pesa sobre o povo: milhões de famílias seguem separadas de parentes na Coreia do Norte, um luto silencioso que atravessa gerações. Ainda assim, a igreja coreana carrega um chamado singular, o de ser ponte de esperança para os povos vizinhos da Ásia e amparo para quem escapa do isolamento ao norte.
A Coreia do Sul de hoje pede oração por renovação: que a fé volte a ser vivida com profundidade, e não apenas repetida por tradição, e que a igreja recupere a humildade e a unidade que marcaram seus primeiros dias.
A Coreia do Sul ocupa a metade sul de uma península montanhosa no leste da Ásia, entre o Mar Amarelo a oeste e o Mar do Leste, também chamado Mar do Japão, a leste. Cerca de 70% do território é coberto por montanhas, o que concentra a maior parte da população em planícies costeiras e vales férteis, sobretudo ao redor de Seul. Ao norte, uma faixa neutra ao longo do paralelo 38 separa o país da Coreia do Norte desde o fim da Guerra da Coreia.
Acelga fermentada com pimenta, alho e gengibre, acompanha praticamente toda refeição coreana.
Arroz servido com legumes variados, carne ou tofu, ovo e pasta de pimenta (gochujang), tudo misturado antes de comer.
Carne bovina fatiada fina, marinada em molho de soja, alho e óleo de gergelim, depois grelhada.
Bolinhos de arroz cozidos em molho picante e adocicado à base de gochujang, comida de rua muito popular.
Macarrão transparente de batata-doce salteado com legumes e carne, temperado com molho de soja e gergelim.
Fatias grossas de barriga de porco grelhadas na mesa, servidas com folhas de alface para enrolar.
Culture et spiritualité
2a · La culture
Um sentimento profundo de afeto e lealdade que une famílias, amigos e colegas ao longo do tempo
A idade organiza a linguagem, os cumprimentos e as relações no dia a dia, herança do confucionismo
O bem do grupo, família, escola ou empresa, costuma vir antes do interesse individual
Famílias investem tempo e recursos enormes na educação dos filhos, vista como caminho de honra
Cafeterias ocupam quase toda esquina e viraram espaço de encontro, estudo e descanso
Música, novelas e cinema coreano, o chamado Hallyu, tornaram o país conhecido no mundo todo
2b · Le terrain
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
A busca por status, marcas e consumo ocupa o centro da vida em meio à prosperidade das cidades.
A pressão por sucesso acadêmico e profissional começa cedo e não dá trégua.
Muitas famílias ainda recorrem a xamãs, os mudang, para resolver problemas do dia a dia.
O respeito confucionista aos antepassados por vezes se torna veneração religiosa.
A ênfase em posição e idade dificulta expressar dúvidas ou vulnerabilidade, inclusive na fé.
O excesso de trabalho e o isolamento social alimentam exaustão e desesperança, sobretudo entre jovens.
Novas gerações veem a fé como algo do passado, distante da vida real.
Rivalidades entre denominações e escândalos de liderança desgastam o testemunho cristão.
A cultura pop e a busca por reconhecimento tornam-se um ideal quase religioso para os jovens.
A separação da Coreia do Norte deixa marcas emocionais em milhões de famílias.
O orgulho pelo sucesso do país pode fechar corações à necessidade espiritual.
Trabalhadores estrangeiros muitas vezes ficam à margem da igreja e da sociedade local.
A liberdade religiosa é garantida por lei e os cristãos sul-coreanos vivem sem perseguição do Estado. O maior desafio da igreja hoje não vem de fora, mas de dentro: uma onda de secularização que esvazia templos, sobretudo entre os mais jovens, que veem a fé como algo distante da vida real.
Escândalos de liderança em grandes igrejas, ligados a dinheiro e abuso de poder, desgastaram a imagem pública do cristianismo e afastaram muita gente que um dia se aproximou do evangelho. Ao mesmo tempo, famílias cristãs enfrentam pressão silenciosa: falar de fé no trabalho ou entre colegas pode soar deslocado numa sociedade cada vez mais pragmática e competitiva.
Para os poucos convertidos vindos de famílias budistas ou de tradição xamanista mais antiga, a maior dificuldade costuma ser familiar, não legal: pais e avós podem reagir com tristeza ou resistência a uma escolha vista como ruptura com a tradição ancestral.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
O Joshua Project contabiliza 30 grupos de povos na Coreia do Sul, dos quais 13 (43,3%) ainda são considerados não alcançados, a maioria formada por comunidades de trabalhadores estrangeiros e minorias étnicas vindas de outros países da Ásia. Juntos, esses grupos somam cerca de 489 mil pessoas, menos de 1% da população total. A grande maioria dos sul-coreanos, mais de 95%, já vive em contextos considerados significativamente alcançados pelo evangelho, fruto do forte crescimento histórico da igreja no país.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Source: Joshua Project. Estimations, susceptibles de varier.
Intercédez pour cette nation
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Logistique pour ceux qui souhaitent partir
prato do dia em restaurante popular
Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.
Tous ne partent pas, tous participent
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.
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