Ásia do Sul
África Central
L'identité de la nation
A República Democrática do Congo é o segundo maior país da África e o coração geográfico do continente. Banhada pelo poderoso rio Congo e coberta pela segunda maior floresta tropical do planeta, a nação reúne mais de 112 milhões de pessoas, centenas de povos e cerca de 700 línguas e dialetos. O francês é o idioma oficial, enquanto o lingala, o suaíli, o kikongo e o tshiluba unem o cotidiano de regiões diferentes.
É uma nação de fé profunda: mais de nove em cada dez congoleses se declaram cristãos, entre católicos, protestantes, kimbanguistas e um movimento de avivamento que cresce nas grandes cidades. Kinshasa, a capital, é uma das maiores metrópoles africanas e um dos polos da rumba (dança e gênero de música cubana/congolesa) congolesa, música que atravessou fronteiras e moldou a identidade cultural do país.
Por baixo dessa vitalidade convive um dos maiores contrastes do mundo. O subsolo guarda cobalto, cobre, diamantes, ouro e coltan, minérios essenciais para a economia global, mas a maior parte do povo vive na pobreza, com renda média entre as mais baixas do planeta. Décadas de exploração colonial, ditadura e guerras deixaram feridas que ainda não cicatrizaram.
O leste do país segue marcado por conflitos armados que deslocaram milhões de pessoas. Grupos como as Forças Democráticas Aliadas, ligadas ao Estado Islâmico, atacam aldeias cristãs, enquanto a disputa por território e minérios prolonga o sofrimento das famílias. Ao mesmo tempo, a igreja congolesa é uma das vozes mais firmes em favor da paz e da dignidade humana.
O chamado sobre esta nação é de cura e reconciliação. Onde houve séculos de saque e violência, Deus levanta um povo resiliente, adorador e missionário, capaz de levar esperança ao próprio continente. Há ainda povos sem acesso pleno às Escrituras na sua língua e regiões inteiras fechadas pela guerra, à espera de quem leve o evangelho com amor e perseverança.
Segundo maior país da África, a República Democrática do Congo ocupa o centro do continente e faz fronteira com nove nações. É cortada pelo rio Congo, um dos mais caudalosos e profundos do mundo, e coberta em grande parte pela Floresta do Congo, a segunda maior floresta tropical da Terra. A leste, vulcões e lagos marcam o relevo de altitude, junto à fronteira com Ruanda e Uganda.
Massa espessa de mandioca ou banana, base da refeição, comida com as mãos para acompanhar ensopados.
Considerado prato nacional, frango ou peixe cozido em molho denso de polpa de dendê.
Folhas de mandioca pisadas e cozidas com amendoim e dendê, parecidas com um refogado verde.
Peixe ou carne temperados, embrulhados em folha de bananeira e assados, com sabor defumado.
Banana-da-terra frita, acompanhamento e lanche muito comum.
Bolinhos fritos de massa doce, populares no café da manhã e nos lanches.
Culture et spiritualité
2a · La culture
A rumba congolesa, nascida em Kinshasa, é orgulho nacional e influenciou toda a África.
A vida gira em torno da família ampliada e da solidariedade entre vizinhos e parentes.
O lingala e o suaíli circulam entre povos diversos e dão sentido de pertencimento.
O movimento dos sapeurs (homens que praticam elegância na vestimenta) faz do bom vestir uma forma de arte e dignidade.
A oração, o louvor e a igreja fazem parte natural da rotina das pessoas.
Após guerras e perdas, o povo mantém esperança, alegria e capacidade de recomeçar.
2b · Le terrain
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
Crenças em magia, maldições e espíritos ainda dominam o medo de muitas comunidades.
A fé cristã se mistura a práticas tradicionais, diluindo o evangelho em parte das igrejas.
Grupos rebeldes e milícias semeiam terror, deslocamento e morte, sobretudo no leste.
A cobiça pelas riquezas do subsolo alimenta guerras e mantém o povo na miséria.
O desvio de recursos públicos drena o que poderia transformar a vida da população.
Rivalidades antigas entre povos são exploradas e geram ciclos de ódio e vingança.
O abuso sexual usado como arma de guerra deixa marcas profundas em milhões.
A privação extrema escraviza famílias à sobrevivência e rouba sonhos das crianças.
Crianças são abandonadas ou maltratadas sob a alegação de feitiço.
Décadas de conflito deixaram feridas de luto, deslocamento e desconfiança.
A República Democrática do Congo é uma nação de maioria cristã, mas no leste os cristãos enfrentam violência extrema. As Forças Democráticas Aliadas, grupo ligado ao Estado Islâmico, atacam aldeias com o objetivo declarado de impor a sharia (lei islâmica baseada no Corão) e eliminar quem não se converte ao islã, matando, sequestrando e incendiando casas e igrejas.
Desde o início de 2025, centenas de civis, em sua maioria cristãos, foram mortos em massacres no leste. Milhões de pessoas foram deslocadas e vivem em acampamentos precários, fugindo dos combates entre milícias, grupos rebeldes como o M23 e as forças do governo.
Além da violência armada, líderes católicos e protestantes que denunciam a corrupção ou defendem direitos constitucionais sofrem ameaças, vigilância e intimidação. A igreja congolesa, porém, segue firme: dá abrigo aos deslocados, clama por paz e se mantém como uma das vozes morais mais respeitadas do país.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
A República Democrática do Congo abriga centenas de povos e cerca de 700 línguas. Apesar da maioria cristã, há grupos ainda sem acesso pleno ao evangelho na sua língua materna, sobretudo em regiões isoladas pela floresta ou pela guerra. Muitas línguas seguem sem uma tradução completa das Escrituras, e os conflitos no leste dificultam o alcance de comunidades inteiras.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Source: Joshua Project. Estimations, susceptibles de varier.
Intercédez pour cette nation
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Logistique pour ceux qui souhaitent partir
varia muito entre regiões e pela instabilidade da moeda
Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.
Tous ne partent pas, tous participent
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.
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