Oriente Médio
L'identité de la nation
O Butão é um pequeno reino encravado no Himalaia, entre a Índia e a China, com cerca de 787 mil habitantes. Conhecido localmente como Druk Yul, a Terra do Dragão do Trovão, é uma das nações mais isoladas e protegidas do mundo, onde montanhas, vales profundos e florestas densas moldaram um povo de fé e tradição inseparáveis.
A identidade butanesa é profundamente budista. O budismo vajrayana (ramo tântrico do budismo), da escola Drukpa Kagyu, não é apenas a religião majoritária: é o tecido da vida pública, das festas, da arquitetura e do calendário. Os imponentes dzongs (fortaleza-monastério do Butão), fortalezas-monastério, dominam os vales, e os mosteiros guardam séculos de devoção. Ser butanês e ser budista se confundem na mente da maioria, e a fé budista permeia desde os atos do governo até o cotidiano das famílias.
O reino é célebre por ter colocado a felicidade acima do lucro. Foi ali que nasceu o conceito de Bem-Estar Nacional Bruto, lançado pelo quarto rei na década de 1970, medindo o progresso pela harmonia espiritual, cultural e ambiental, e não só pela economia. A nação mantém mais de 70% de seu território coberto por florestas e é uma das poucas no mundo com balanço de carbono negativo.
Sob esse cuidado com a tradição, porém, há um povo em sua quase totalidade sem acesso ao evangelho. O cristianismo é praticamente desconhecido, e os poucos que creem vivem sua fé em silêncio, em pequenos grupos nas casas. A conversão para fora do budismo é vista com desconfiança e a evangelização é proibida por lei.
O Butão guarda dezenas de povos distintos, em vales separados por montanhas, muitos com línguas próprias e ainda sem uma só porção das Escrituras em seu idioma. É uma nação amada por Deus, onde a beleza da criação e a riqueza espiritual da busca humana clamam por encontro com Aquele que dá descanso à alma.
O Butão é um país montanhoso encravado no leste do Himalaia, sem saída para o mar, entre a Índia ao sul e o Tibete (China) ao norte. O relevo sobe de planícies subtropicais a cerca de 200 metros no sul a picos nevados de mais de 7.000 metros no norte, recortado por vales profundos onde se concentra a vida.
Prato nacional: pimentas verdes cozidas com queijo derretido, servido sobre arroz vermelho.
Variedade local de grão médio, cultivada nos vales, base de quase toda refeição.
Pastéis cozidos no vapor, recheados de carne, vegetais ou queijo.
Carne de porco refogada lentamente com pimentas vermelhas secas e rabanete.
Chá de manteiga, salgado e cremoso, feito com manteiga e folhas de chá.
Culture et spiritualité
2a · La culture
O budismo vajrayana molda festas, arquitetura, governo e a vida diária do povo.
Trajes nacionais, o gho (traje tradicional masculino do Butão) e a kira (traje feminino tradicional do Butão), e o respeito aos costumes são preservados com orgulho.
A nação mede o progresso pela harmonia espiritual, cultural e ambiental, não só pela economia.
Florestas, rios e montanhas são protegidos e tidos como sagrados.
Cada vale guarda sua língua, festas e identidade própria.
Grandes festivais religiosos com danças de máscaras nos dzongs reúnem comunidades inteiras.
2b · Le terrain
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
Ser butanês se confunde com ser budista, deixando pouco espaço para outra fé.
Antigas crenças animistas pré-budistas ainda se misturam à devoção, sobretudo no leste.
Montanhas, rios e lugares são tidos como morada de espíritos a serem aplacados.
Rituais e oferendas buscam proteção contra forças invisíveis e azar.
Vales remotos e fronteiras fechadas mantiveram gerações sem nunca ouvir o evangelho.
Família e comunidade trabalham para trazer de volta quem deixa o budismo.
Cristãos são vistos com suspeita e excluídos do convívio social.
Dezenas de povos não têm uma só porção da Bíblia em seu idioma materno.
A devoção a lamas, monastérios e objetos sagrados ocupa o centro da vida religiosa.
A preservação cultural, embora valiosa, ergue muros à mensagem do evangelho.
O Butão figura entre as nações onde seguir a Cristo custa caro. Espera-se que todo cidadão butanês seja budista, e quem se converte ao cristianismo é observado com desconfiança, enquanto família e comunidade se esforçam para trazê-lo de volta à fé anterior.
Nenhuma igreja tem reconhecimento oficial do Estado, de modo que os cristãos, na prática, se reúnem de forma ilegal, em pequenos grupos nas casas. As atividades de evangelização são proibidas e podem levar a até três anos de prisão.
A discriminação atinge o dia a dia. Os butaneses dependem de um documento de boa conduta, emitido pelas autoridades locais, para conseguir empréstimos, registrar propriedades, buscar emprego ou renovar documentos. Convertidos muitas vezes têm esse documento negado e são marginalizados pelos vizinhos, e os filhos de cristãos chegam a sofrer discriminação na escola.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
O Butão abriga dezenas de povos distintos, espalhados por vales separados por montanhas, e a quase totalidade segue o budismo. Os cristãos somam uma fração mínima da população, e muitos grupos não têm sequer uma porção das Escrituras em sua língua materna. É um dos campos menos alcançados do Himalaia, onde o acesso ao evangelho ainda é raro.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Source: Joshua Project. Estimations, susceptibles de varier.
Intercédez pour cette nation
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Logistique pour ceux qui souhaitent partir
bem mais barato que países ocidentais, mas o turismo é controlado
Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.
Tous ne partent pas, tous participent
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.
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