Drapeau de República Centro-Africana

África Central

República Centro-Africana

CapitaleBangui
LangueFrancês
Population5 milhões
República PresidencialistaMaioria cristãCoração da África Central, rico em recursos e em fé
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L'identité de la nation

À propos de la nation
À propos de República Centro-Africana

A República Centro-Africana fica no coração do continente, sem saída para o mar, banhada ao sul pelo rio Ubangi e cercada por seis vizinhos. São cerca de 5 milhões de pessoas espalhadas por um território vasto e pouco povoado, com a maioria vivendo no campo e nas margens dos rios. A capital, Bangui, concentra a vida administrativa, econômica e cultural do país.

É uma nação de maioria cristã: cristãos formam cerca de 71% da população, muçulmanos perto de 16% e as religiões étnicas tradicionais seguem presentes, muitas vezes misturadas à prática cristã do dia a dia. O francês é língua oficial, mas é o sango, falado por quase toda a população, que une os povos no cotidiano. Foi por meio do sango que o evangelho se espalhou pelo interior no século XX.

Por trás da fé professada, porém, há uma terra ferida. Desde a independência, em 1960, a Centro-Africana viveu golpes, ditaduras e, a partir de 2013, uma guerra civil de fundo étnico e religioso que deslocou centenas de milhares de pessoas. Boa parte do território ainda escapa ao controle do Estado, dominada por grupos armados.

Apesar de toda a riqueza do solo, em diamantes, ouro, madeira e terras férteis, a Centro-Africana figura entre as nações mais pobres do mundo, com altos índices de fome e baixíssimo acesso a água tratada, saúde e escola. A pobreza não nasce da falta de recursos, mas da instabilidade e da exploração que marcaram sua história.

Ainda assim, é uma nação onde Deus age. A igreja, embora fragilizada pela violência, permanece de pé e tem sido voz de reconciliação entre comunidades cristãs e muçulmanas. O grande desafio missionário está nos povos do norte e do nordeste, nômades e muçulmanos, ainda pouco alcançados, e em curar as feridas espirituais deixadas por décadas de guerra.

Histoire
  • Por milênios, povos de língua banda, gbaya e sango habitam a região; a posição central torna a terra rota de comerciantes e de caçadores de escravos.
  • 1894 A França ocupa o território, que passa a se chamar Ubangui-Chari.
  • 1928 Eclode a revolta Kongo-Wara contra o trabalho forçado nas concessões coloniais; é duramente reprimida.
  • 1958 Barthélemy Boganda lidera a autonomia e dá ao país o nome de República Centro-Africana; morre em acidente aéreo em 1959.
  • 1960 Independência da França, em 13 de agosto, com David Dacko como primeiro presidente.
  • 1966 Jean-Bédel Bokassa toma o poder em um golpe; em 1976 se proclama imperador, num reinado marcado por violência e excessos.
  • 1979 Bokassa é deposto; seguem-se décadas de instabilidade, golpes e governos frágeis.
  • 2013 A coalizão Séléka toma Bangui; o conflito com as milícias anti-balaka mergulha o país em guerra civil de fundo étnico e religioso.
  • 2016 Faustin-Archange Touadéra é eleito presidente, em meio à tentativa de reconstruir o Estado.
  • Hoje Nação de maioria cristã, marcada pela pobreza e por grupos armados, em busca de paz e reconciliação.
Langues
  • Sangolíngua nacional e franca, falada por quase toda a população
  • Francêsoficial, usado no governo, na escola e nos negócios
  • Gbaya, Banda, Mandjia, Saraprincipais línguas étnicas, entre mais de 80 faladas no país
Géographie, villes et climat

A República Centro-Africana ocupa cerca de 620 mil km² no centro do continente, sem litoral. É um vasto planalto coberto por savanas ao norte e por floresta tropical ao sul, drenado pelo rio Ubangi, que marca a fronteira sul, e pelos afluentes do Chari, ao norte. As maiores altitudes ficam a oeste, perto de Bouar.

Principales villes

  • BanguiCapital e maior cidade, às margens do rio Ubangi
  • BimboSegunda maior cidade, vizinha da capital
  • BerbératiImportante centro do oeste, região de diamantes
  • BouarCidade do oeste, em terras altas

Climat et températures

Sul (Bangui e floresta)Tropical úmido, 21-34°C, chuvas de maio a outubro
Norte (savana)Mais seco e quente, podendo passar de 40°C na estação seca
EstaçõesChuvosa de julho a outubro; seca de novembro a abril
Personnalités connues
Barthélemy Boganda
Pai fundador e líder da independência
Jean-Bédel Bokassa
Ex-presidente que se proclamou imperador
Faustin-Archange Touadéra
Presidente eleito em 2016
Plats typiques
🥣

Fufu

Massa espessa de mandioca ou banana-da-terra, base das refeições, comida com molhos.

🥜

Kanda

Almôndegas de carne temperada cozidas em molho de amendoim engrossado com quiabo.

🎃

Mbika (egusi)

Sementes de melão moídas com óleo de palma e folhas verdes, servidas com fufu ou arroz.

🐟

Peixe do rio

Pescado do Ubangi, base da alimentação, grelhado ou em ensopado.

🍌

Banana-da-terra frita

Banana cortada e frita, acompanhamento comum nas mesas.

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Comprenez

Culture et spiritualité

2a · La culture

Repères culturels

Vida comunitária

A família estendida e o clã sustentam a vida; decisões e bens são compartilhados.

Sango como elo

A língua sango une dezenas de povos diferentes e carrega a identidade nacional.

Respeito aos mais velhos

A palavra dos anciãos tem peso e orienta a comunidade.

Música e dança

Tambores, cantos e danças marcam celebrações, lutos e a vida religiosa.

Fé presente no cotidiano

A religião permeia o dia a dia, com forte mistura entre cristianismo e crenças tradicionais.

À éviter
Indicateurs socio-économiques

2b · Le terrain

Religions
Evangélicos36.7%
Outros cristãos20.1%
Católicos19.6%
Muçulmanos13.8%
Religiões étnicas8.6%
Sem religião0.9%
Ce qui doit être racheté · Là où la nation s'est éloignée de Dieu

Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:

Décadas de golpes e guerra civil feriram a nação e semearam ódio entre comunidades.

Grupos armados exploram diferenças entre cristãos e muçulmanos.

Crenças tradicionais e feitiçaria mantêm muitos presos ao temor do mundo espiritual.

A fé cristã se mistura a práticas ancestrais, diluindo o evangelho.

A má gestão dos recursos perpetua a pobreza e a desconfiança.

A ausência do Estado deixa crimes sem justiça e alimenta a vingança.

A miséria persistente abre espaço para o desespero e a exploração.

Diamantes, ouro e madeira financiam conflitos em vez de beneficiar o povo.

Centenas de milhares de deslocados carregam feridas profundas.

Meninas são entregues cedo ao casamento, perdendo infância e estudo.

Os povos nômades do norte seguem distantes do evangelho.

Anos de traição tornam difícil acreditar em paz duradoura.

Liberté et accès
Persécution religieuse

A República Centro-Africana é um país de maioria cristã, mas onde seguir a Jesus pode custar caro. A perseguição aqui não vem tanto de leis hostis, e sim do colapso do Estado: por mais de uma década, grupos armados disputam o território, e os cristãos ficam no meio do fogo cruzado.

Nas regiões fora do controle do governo, milícias atacam igrejas, ameaçam e por vezes assassinam líderes que denunciam a violência. Templos foram queimados e comunidades inteiras tiveram de fugir, engrossando o número de deslocados.

Há ainda os que vêm de famílias muçulmanas, sobretudo entre os povos do norte e nordeste: ao decidir seguir Cristo, enfrentam rejeição, isolamento e agressões dos próprios parentes. Em meio a tudo isso, a igreja centro-africana tem buscado ser instrumento de reconciliação entre comunidades cristãs e muçulmanas, pagando o preço de testemunhar a paz num país ainda ferido pela guerra.

Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.

Peuples non atteints

A República Centro-Africana abriga mais de 80 grupos étnicos, com destaque para os gbaya, banda, mandjia, sara e mboum, que formam a maioria cristã do país. Os povos ainda pouco alcançados estão sobretudo no norte e nordeste: comunidades nômades muçulmanas, como os mbororo (peul/fulani) e os runga, que pastoreiam o gado e seguem distantes do evangelho. Dezenas de línguas locais ainda não têm a Bíblia traduzida.

No país i
71%cristãos
32,2%evangélicos
Por população i
9%não alcançada
82%significativamente alcançada
  • 491 k Não alcançado 9%
  • 0 Pouco alcançado 0%
  • 25 k Superficialmente alcançado 0,5%
  • 463 k Parcialmente alcançado 8,5%
  • 4,5 M Significativamente alcançado 82%
Por grupos de povos i
80grupos de povos
7não alcançados · 8,8%
  • 7 Não alcançado 8,8%
  • 0 Pouco alcançado 0%
  • 1 Superficialmente alcançado 1,2%
  • 13 Parcialmente alcançado 16,2%
  • 59 Significativamente alcançado 73,8%

Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.

Quelques peuples non atteints de ce pays

Source: Joshua Project. Estimations, susceptibles de varier.

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Priez

Intercédez pour cette nation

L'appel de Dieu sur la nation

Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:

Nação de reconciliaçãoFé que resistePonte entre povosCoração da ÁfricaIgreja que perdoaCura das feridas
Sujets de prière
Intercession pour República Centro-Africana
Pela paz duradoura e pelo fim dos ciclos de violência que ferem a nação há mais de uma década.
Pelos povos nômades muçulmanos do norte e nordeste, como os mbororo e os runga, ainda pouco alcançados pelo evangelho.
Pelas dezenas de línguas locais que ainda não têm as Escrituras traduzidas em sua fala materna.
Pela igreja centro-africana, para que seja firme na fé e instrumento de reconciliação entre cristãos e muçulmanos.
Pelos líderes cristãos ameaçados e pelos que perderam tudo ao denunciar a violência.
Pelos cristãos vindos de famílias muçulmanas, que enfrentam rejeição dos próprios parentes.
Pelas centenas de milhares de deslocados, para que encontrem segurança, sustento e cura das feridas.
Pelos governantes, para que combatam a corrupção e governem com justiça em favor dos mais pobres.
Pelas crianças e meninas, expostas à fome, ao abandono da escola e ao casamento precoce.
Para que a riqueza do solo, em diamantes, ouro e terras férteis, beneficie o povo em vez de financiar conflitos.
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Allez

Logistique pour ceux qui souhaitent partir

Heure locale
Heure locale · Bangui
--:--:--
· · UTC+1

Coût de la vie
Custo de vida Baixo

mas com escassez de bens e serviços

Refeição simples2.000 FCFA em mercado ou lanchonete local
Aluguel de 1 quartoa partir de 120.000 FCFA/mês em Bangui
Observaçãopreços instáveis dependem de importação e da segurança das estradas

Coût dans les villes

Banguimais cara que o interior; bens importados elevam os preços

Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.

Conseils pratiques pour ceux qui partent
  • Aprenda o sango: é a língua que abre portas no dia a dia; o francês serve no governo e nas cidades.
  • Tenha atenção redobrada à segurança: muitas regiões têm grupos armados; informe-se sobre as áreas seguras.
  • Leve a vacina de febre amarela e cuidados com a malária; a estrutura de saúde é precária.
  • Tenha dinheiro em espécie: cartões e caixas eletrônicos quase não funcionam fora de Bangui.
  • Construa relacionamentos com calma: a confiança vem do tempo e da presença, não da pressa.
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Envoyez et soutenez

Tous ne partent pas, tous participent

Tous ne partent pas. Tous participent.

Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.

Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.

Outras nações

Bandeira de Guernsey

Europa Ocidental

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