Territoire
L'identité de la nation
A China é a nação mais populosa da história, lar de cerca de 1,41 bilhão de pessoas e de uma civilização contínua de mais de quatro mil anos. É uma terra de extremos: megacidades futuristas como Xangai e Shenzhen convivem com vilarejos rurais nas montanhas do oeste; o mandarim é a língua oficial, mas centenas de dialetos e línguas minoritárias seguem vivos entre os mais de cinquenta grupos étnicos reconhecidos.
Por séculos, a alma chinesa foi moldada por três grandes correntes: o confucionismo, com sua ênfase na harmonia, na família e no dever; o taoismo, voltado ao equilíbrio com a natureza; e o budismo, trazido da Índia. A maior parte da população hoje se declara sem religião, reflexo de décadas de ateísmo oficial, mas a religiosidade popular permanece profunda, expressa no culto aos ancestrais, na busca por prosperidade e na reverência às tradições.
O evangelho chegou cedo à China, primeiro com os cristãos nestorianos no século VII, depois com missionários católicos e, a partir do século XIX, com o trabalho que abriu o interior do país. O século XX trouxe perseguição severa, mas também um dos maiores avivamentos da história: a igreja, longe de desaparecer, multiplicou-se em casas e comunidades discretas. Hoje os cristãos somam dezenas de milhões, divididos entre as igrejas registradas pelo Estado e a vasta rede de igrejas domésticas.
Apesar desse crescimento, a China continua sendo um dos maiores desafios missionários do mundo. São centenas de povos ainda não alcançados, muitos deles muçulmanos ou budistas, concentrados nas províncias do oeste como Xinjiang, Tibete, Yunnan e Guizhou. Para milhões de pessoas, o nome de Jesus nunca foi ouvido em sua própria língua.
É uma nação de imensa influência sobre o futuro do mundo e de um povo trabalhador, resiliente e voltado para a família. Onde o evangelho criou raízes, a igreja chinesa tem demonstrado fé madura, fervorosa e disposta a sofrer, tornando-se uma das forças espirituais mais notáveis do nosso tempo.
Terceiro maior país do mundo em território, a China se estende do litoral do Pacífico, a leste, até os desertos e o planalto do Tibete, a oeste. Abriga grandes rios como o Yangtzé e o Amarelo, planícies férteis no leste, montanhas altíssimas no oeste e desertos no noroeste.
Pato assado de pele fina e crocante, servido em panquecas com molho e cebolinha, prato símbolo da capital.
Pequenas porções cantonesas de bolinhos, pãezinhos e roladinhos, servidas no chá da manhã.
Caldo fervente no centro da mesa onde cada um cozinha carnes, legumes e tofu, prato de confraternização.
Massas longas feitas à mão, base da cozinha do norte do país.
Tofu em molho apimentado de Sichuan, marcante e picante.
Acompanhamento clássico, presente em todas as regiões.
Culture et spiritualité
2a · La culture
A piedade filial é central: respeito aos pais e aos antepassados molda relações e decisões.
Evita-se o confronto direto; preservar a honra e a dignidade do outro vale muito.
O grupo, a comunidade e a nação costumam vir antes do indivíduo.
Dedicação intensa ao trabalho e à educação dos filhos é fonte de orgulho.
Refeições partilhadas, com pratos no centro, são o coração da vida social.
Tecnologia de ponta convive com costumes milenares e festas tradicionais.
2b · Le terrain
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
Décadas de doutrina materialista afastaram gerações de qualquer fé no transcendente.
A reverência aos antepassados se mistura à fé e prende muitos a tradições antigas.
A corrida por riqueza e sucesso vira um deus que disputa o coração do povo.
A vigilância sobre a fé gera receio e empurra a igreja para a clandestinidade.
Amuletos, adivinhação e culto a divindades populares permanecem fortes.
Milhões de hui e uigures seguem o islã sem acesso ao evangelho.
No Tibete, a religião está entrelaçada à identidade e resiste ao evangelho.
Nas megacidades, o vazio espiritual é mascarado pelo consumo e pela pressa.
A separação entre igrejas registradas e domésticas fragiliza o corpo de Cristo.
Centenas de etnias do oeste vivem distantes de qualquer testemunho cristão.
A China figura entre as nações onde os cristãos enfrentam maior pressão. O controle estatal sobre a religião se intensificou nos últimos anos, e o país alcançou seu pior índice já registrado, em grande parte pelas novas regras sobre a presença religiosa na internet, que restringem conteúdo de fé não aprovado pelo Estado.
A vida cristã é dividida entre as igrejas registradas, submetidas à supervisão oficial, e a ampla rede de igrejas domésticas, que operam fora desse sistema. Estas últimas sofrem invasões, multas, prisões, fechamentos e confisco de materiais. Movimentos influentes de igrejas em casas têm sido alvo de operações coordenadas, com dezenas de líderes detidos.
A tecnologia é usada para vigiar os fiéis: o reconhecimento facial monitora quem frequenta cerimônias e tornou-se obrigatório em muitas igrejas aprovadas pelo Estado. Mesmo assim, a igreja chinesa permanece firme, criativa e em crescimento, demonstrando uma fé madura e disposta a pagar o preço do discipulado.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
A China abriga centenas de grupos de povos ainda não alcançados, somando dezenas de milhões de pessoas que nunca ouviram o nome de Jesus. Os maiores estão entre os muçulmanos hui e uigures e os budistas tibetanos, concentrados nas províncias do oeste como Xinjiang, Tibete, Yunnan e Guizhou. Centenas de línguas seguem sem a Bíblia completa, e muitos desses povos vivem em regiões remotas, longe de qualquer testemunho cristão.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Source: Joshua Project. Estimations, susceptibles de varier.
Intercédez pour cette nation
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Logistique pour ceux qui souhaitent partir
varia muito entre megacidades e interior
Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.
Tous ne partent pas, tous participent
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.
Europa Ocidental
Cáucaso
Europa do Norte
Melanésia
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