África Oriental
Ásia · Sudeste Asiático
L'identité de la nation
Singapura é uma cidade-estado minúscula, menor que a cidade de São Paulo, mas ocupa um lugar enorme no mapa do comércio e das ideias da Ásia. Formada por chineses, malaios, indianos e uma grande população de trabalhadores estrangeiros, a ilha funciona como ponto de encontro de línguas, comidas e religiões que, em outros lugares do mundo, dificilmente dividiriam o mesmo quarteirão. Essa mistura, mantida sob leis rígidas de convivência, faz de Singapura um retrato em miniatura de toda a Ásia.
A igreja cristã em Singapura é pequena em porcentagem, mas forte em recursos e organização. Nas décadas de 1970 e 1980, o país viveu um período de avivamento (um forte crescimento espiritual e de conversões) que fez nascer diversas megaigrejas e uma geração de líderes cristãos locais. Hoje, muitas dessas igrejas usam a posição estratégica da cidade, no cruzamento das rotas aéreas e marítimas da Ásia, como base para apoiar o trabalho cristão em outros países da região.
Ao mesmo tempo, o governo mantém forte controle sobre a vida religiosa em nome da “harmonia” entre as comunidades. Anunciar abertamente o evangelho para a comunidade malaia, que é quase inteiramente muçulmana, é visto como um risco à ordem pública e é desencorajado por lei. Isso faz da amizade genuína e do testemunho de vida, mais do que da pregação pública, o caminho mais natural para compartilhar a fé com os vizinhos malaios.
Por trás da riqueza e da limpeza impecável da cidade, existe também uma multidão pouco vista: milhões de trabalhadores migrantes vindos da Índia, das Filipinas, de Bangladesh e de Mianmar, que constroem os prédios, cuidam das casas e mantêm a cidade funcionando. Muitos desses povos, junto com boa parte da maioria étnica chinesa ainda ligada ao budismo e ao culto aos antepassados, seguem sem qualquer contato real com o evangelho, apesar de viverem lado a lado com cristãos todos os dias.
Singapura tem tudo para ser uma ponte de bênção para as nações ao redor: recursos, línguas, hospitalidade e uma igreja capaz de organizar e enviar. O desafio é que essa mesma prosperidade não sufoque a sede espiritual de seu próprio povo, e que a cidade volte os olhos também para dentro de si mesma, para os que moram e trabalham em seu meio sem conhecer a Cristo.
Singapura é uma cidade-estado formada por uma ilha principal e cerca de 60 ilhas menores, no extremo sul da Península Malaia, entre a Malásia e a Indonésia. Com pouco mais de 700 quilômetros quadrados de área, um território menor que a cidade de São Paulo, o país ganha espaço aterrando partes do mar ao longo dos anos. Sua posição junto ao Estreito de Malaca, uma das rotas marítimas mais movimentadas do mundo, transformou a ilha em um dos maiores portos do planeta.
considerado o prato símbolo do país, frango cozido no vapor servido com arroz preparado no caldo da própria ave
sopa de macarrão com leite de coco e pasta de pimenta, geralmente com camarão e tofu
espetinhos de carne grelhada servidos com molho de amendoim
caranguejo preparado em molho agridoce à base de tomate e pimenta
arroz cozido em leite de coco, servido com anchova frita, amendoim e ovo
sopa de costela de porco cozida com ervas, herança da comunidade chinesa hokkien
raspadinha doce de gelo colorido com xaropes, feijões doces e milho
Culture et spiritualité
2a · La culture
chineses, malaios, indianos e outros povos vivem lado a lado, cada grupo mantendo sua língua, comida e templos
praças de alimentação onde pratos de várias culturas são vendidos a preços baixos, reconhecidas pela UNESCO como patrimônio cultural
expressão do dialeto hokkien que descreve o medo de ficar para trás, presente na mentalidade competitiva local
o país celebra oficialmente festas de várias religiões, do Ano Novo Chinês ao Deepavali hindu e ao Hari Raya muçulmano
prédios cobertos de plantas e parques integrados à área urbana, parte do projeto de tornar Singapura uma "cidade dentro de um jardim"
tradições chinesas, malaias e indianas compartilham o valor de honrar os idosos e a família extensa
a sociedade valoriza fortemente o esforço pessoal e o desempenho escolar como caminho para o sucesso
2b · Le terrain
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
o sucesso financeiro e o status social viraram medida de valor pessoal em uma das cidades mais ricas do mundo
a cultura de trabalho duro e competição deixa pouco espaço para descanso e busca espiritual
moldam a vida religiosa da maior parte da população de origem chinesa
fé profundamente ligada à identidade étnica da comunidade malaia
número crescente de pessoas sem religião, especialmente entre os jovens mais escolarizados
é comum misturar rituais de mais de uma tradição sem compromisso único com uma fé
a vida numa metrópole densa favorece o isolamento e enfraquece os laços de comunidade
altos índices de estresse e cobrança acadêmica desde a infância
trabalhadores estrangeiros vivem à margem da sociedade, com pouco acesso a cuidado espiritual
forte identidade étnica que, para muitos, mistura orgulho de tradição com resistência à fé cristã
Em Singapura, os cristãos podem se reunir, construir igrejas e praticar sua fé livremente na maior parte do tempo. A pressão que existe não é de violência, mas de vigilância legal: uma lei chamada Lei de Manutenção da Harmonia Religiosa permite ao governo restringir qualquer líder religioso, de qualquer fé, cujas palavras sejam vistas como uma ameaça à convivência entre as comunidades.
O ponto mais sensível é o anúncio do evangelho à comunidade malaia, que é quase inteiramente muçulmana. Como a identidade malaia está profundamente ligada ao islã, tentar levar alguém dessa comunidade a mudar de fé pode ser interpretado como ofensa à ordem pública. Em 2009, por exemplo, um casal cristão de Singapura foi condenado por distribuir material que criticava o islã entre muçulmanos.
Fora desse contexto legal, a maior parte da pressão sobre quem se converte vem de dentro da própria família, especialmente em lares chineses ligados ao budismo ou à religião tradicional, quando um filho ou neto decide seguir a Cristo e deixa de participar dos rituais de culto aos antepassados.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
O Joshua Project cataloga 40 grupos étnicos em Singapura, dos quais 17 (42,5%) ainda são considerados não alcançados pelo evangelho. A maior parte desses grupos é formada por subdivisões do povo chinês (falantes de mandarim, hokkien, teochew, cantonês e hakka), que seguem majoritariamente o budismo ou a religião tradicional chinesa. Somam-se a eles comunidades muçulmanas malaias e indonésias, além de grandes contingentes de trabalhadores migrantes vindos do Sul e do Sudeste Asiático. Apesar de a cidade abrigar uma igreja evangélica ativa e bem-organizada, boa parte da maioria étnica chinesa e dos trabalhadores estrangeiros segue distante de um contato real com o evangelho.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Source: Joshua Project. Estimations, susceptibles de varier.
Intercédez pour cette nation
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Logistique pour ceux qui souhaitent partir
opção mais barata e parte central da cultura alimentar local
Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.
Tous ne partent pas, tous participent
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.
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