Europa Ocidental
L'identité de la nation
A Venezuela é um país de contrastes profundos. Tem uma das maiores reservas de petróleo do mundo, mas vive hoje uma das piores crises econômicas da história recente da América Latina. A hiperinflação, a escassez de alimentos e remédios, e a instabilidade política levaram milhões de venezuelanos a deixar o país nos últimos anos, criando uma das maiores ondas de migração forçada do mundo atual. Ao mesmo tempo, o povo venezuelano é conhecido pela alegria, pela hospitalidade e por uma fé que resiste mesmo em meio ao sofrimento.
A maior parte da população se identifica como cristã, herança da evangelização católica que começou ainda no século XVI, quando frades franciscanos e dominicanos chegaram junto com os colonizadores espanhóis. Mas a fé cristã na Venezuela também tem um lado mais recente e vibrante: desde a chegada dos primeiros grupos pentecostais, no início do século XX, o número de evangélicos cresce continuamente, e a partir de 2018, em meio ao agravamento da crise, esse crescimento se acelerou ainda mais. Muitos venezuelanos relatam ter se aproximado de Deus justamente por causa da dor e da incerteza que vivem no dia a dia.
Ao lado da fé cristã, ainda é muito forte na cultura popular o culto a María Lionza, uma mistura de crenças indígenas, africanas e católicas que atrai seguidores em busca de proteção e poder espiritual fora de Cristo. Esse sincretismo, que é a mistura de diferentes crenças religiosas numa só prática, convive lado a lado com igrejas evangélicas e católicas, e revela a sede espiritual de um povo que busca respostas em meio à instabilidade.
Nas regiões mais remotas do país, como o Delta do Orinoco, a floresta amazônica e a Gran Sabana no sudeste, ainda vivem dezenas de povos indígenas, alguns dos quais quase não tiveram contato com o evangelho. Povos como os cuiba e os chaima preservam suas crenças ancestrais e vivem isolados, muitas vezes sem uma igreja local, sem a Bíblia em sua própria língua e sem alguém que lhes fale de Jesus com clareza.
A crise também mudou o rosto da igreja venezuelana: hoje, milhões de crentes vivem espalhados pela Colômbia, pelo Peru, pelo Brasil e por outros países, levando consigo sua fé e, muitas vezes, começando novas comunidades cristãs onde chegam. A Venezuela, que um dia recebeu o evangelho de fora, hoje também o exporta através da sua própria diáspora, que é o nome dado ao povo que vive espalhado fora de sua terra natal, mesmo em meio à dor da separação e da distância de casa.
A Venezuela fica no norte da América do Sul, banhada pelo mar do Caribe. O território é dividido em quatro grandes regiões: as terras baixas ao redor do lago de Maracaibo, no noroeste; a cordilheira dos Andes, que atravessa o oeste do país e chega a mais de 5.000 metros de altura; os llanos, as extensas planícies de pastagem que cobrem o centro do país; e o planalto das Guianas, no sudeste, onde ficam os tepuis (platôs de rocha com paredes verticais e o topo achatado) e o Salto Ángel, a queda d'água mais alta do mundo. Ao sul, o território venezuelano se estende até a floresta amazônica.
Um pão redondo e achatado feito de massa de milho, comido a qualquer hora do dia, recheado dos mais variados jeitos.
O prato nacional: arroz branco, carne desfiada, feijão preto e banana frita, tudo servido junto no mesmo prato.
Uma espécie de pamonha salgada envolta em folha de bananeira, recheada com um guisado de carnes, azeitona e passas, tradicional do Natal.
Uma panqueca grossa e doce feita de milho verde, geralmente dobrada e recheada com queijo fresco.
Carne bovina cozida lentamente num molho escuro adoçado com açúcar queimado, um prato de festa em muitas famílias.
Um pão fino e crocante feito de mandioca, herdado dos povos indígenas e ainda muito consumido no interior do país.
Culture et spiritualité
2a · La culture
A dança e música mais tradicional do país, tocada com harpa, cuatro (um violão pequeno de quatro cordas) e maracas, reconhecida pela Unesco em 2025 como patrimônio cultural da humanidade.
A queda d'água mais alta do mundo, dentro do Parque Nacional Canaima, um lugar sagrado para os povos indígenas pemón que vivem na região.
O esporte mais popular do país, à frente até do futebol, com uma longa tradição de jogadores venezuelanos nas principais ligas dos Estados Unidos.
As extensas planícies do centro do país, onde vivem os llaneros, conhecidos pela vida de criação de gado a cavalo e pelas tradições da música llanera.
Uma das maiores procissões católicas da América do Sul acontece todo ano na cidade de Barquisimeto.
2b · Le terrain
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
O culto a María Lionza mistura espíritos indígenas, africanos e católicos, buscando poder e proteção fora de Cristo.
Muitos se dizem católicos por herança de família, sem uma fé pessoal e viva em Jesus.
Em meio à hiperinflação, garantir dólares para sobreviver virou uma preocupação diária que ocupa o lugar da confiança em Deus.
Anos de crise geraram a sensação de que nada vai melhorar, o que enfraquece a fé e a perseverança.
A divisão entre grupos políticos rivais fragmenta famílias, igrejas e comunidades inteiras.
Sair do país é visto como a única solução possível, o que esvazia igrejas e enfraquece a liderança local.
Décadas de instabilidade geraram desconfiança e medo de falar ou se engajar publicamente.
Famílias separadas pela migração enfrentam solidão e, muitas vezes, buscam consolo em práticas místicas.
A corrupção afeta a vida cotidiana e corrói a confiança nas instituições, inclusive nas religiosas.
Práticas de transe e possessão espiritual, muito difundidas, competem com o evangelho pela busca espiritual do povo.
Na Venezuela, cristãos que se posicionam publicamente contra injustiças ou denunciam a corrupção enfrentam hostilidade, vigilância e, em alguns casos, prisão. A crise política e econômica tornou a vida da igreja mais difícil: pastores e líderes que ajudam comunidades vulneráveis às vezes são vistos com desconfiança por autoridades locais, e grupos ligados ao crime organizado também intimidam congregações em bairros pobres.
A maior parte da pressão não vem de uma lei específica contra a fé cristã, mas do clima geral de desconfiança em relação a qualquer voz que se posicione publicamente, incluindo vozes religiosas engajadas socialmente. Famílias de pastores e membros de igrejas evangélicas relatam pressão de vizinhos, colegas de trabalho e até parentes ligados a grupos políticos rivais.
Apesar disso, a igreja continua crescendo, e muitos venezuelanos têm buscado a fé como refúgio em meio ao sofrimento causado pela crise. A migração em massa também espalhou cristãos venezuelanos por toda a América Latina, e muitos deles começam pequenos grupos de oração e igrejas nos países onde chegam.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
A Venezuela tem 63 grupos étnicos diferentes. A maior parte da população é mestiça, descendente de europeus, africanos e povos indígenas misturados entre si, mas o país também abriga dezenas de povos indígenas menores, muitos vivendo na floresta amazônica, no Delta do Orinoco e na Gran Sabana, no sudeste. Apesar de a maioria da população se identificar como cristã, ainda existem 4 povos considerados não alcançados, a maior parte deles indígenas que preservam suas crenças ancestrais e têm pouco ou nenhum contato com o evangelho.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Source: Joshua Project. Estimations, susceptibles de varier.
Intercédez pour cette nation
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Logistique pour ceux qui souhaitent partir
Segundo a ONG venezuelana Provea (abril de 2025), bem acima da renda de boa parte das famílias.
Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.
Tous ne partent pas, tous participent
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.
Europa Ocidental
Melanésia
Caribe
Europa Meridional
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