América do Sul
L'identité de la nation
Encravado na costa oriental do Mediterrâneo, o Líbano é um país pequeno de paisagem impressionante: uma faixa litorânea estreita sobe rapidamente para as montanhas nevadas do Monte Líbano e desce, do outro lado, para o fértil vale do Bekaa. Herdeiro dos antigos fenícios, que espalharam seu alfabeto por todo o Mediterrâneo, o país de hoje reúne dezoito comunidades religiosas reconhecidas por lei, um mosaico raro de conviver tão de perto no Oriente Médio.
Cerca de um terço da população é cristã, uma das maiores proporções da região, o que faz do Líbano um refúgio histórico para a fé cristã em meio ao mundo muçulmano. A Igreja Maronita, a maior comunidade cristã do país e enraizada em mosteiros de montanha desde os primeiros séculos do cristianismo, convive com comunidades ortodoxas, católicas e evangélicas, ao lado de uma maioria muçulmana dividida entre sunitas e xiitas e da comunidade drusa, cuja fé mistura elementos de várias tradições antigas.
Por trás da vida cultural agitada de Beirute, com seus cafés, música e vida noturna, o país atravessa uma das piores crises econômicas de sua história desde 2019, que consumiu as economias das famílias e empurrou grande parte da população para a pobreza. A isso somam-se as cicatrizes de uma longa guerra civil, a explosão que destruiu parte do porto da capital em 2020 e o temor constante de novos conflitos na região.
Apesar de tudo, o Líbano segue sendo um ponto de apoio para a igreja em todo o Oriente Médio: famílias, igrejas e ministérios cristãos libaneses acolhem refugiados sírios e trabalhadores migrantes vindos de várias partes do mundo, muitos deles sem nenhum contato prévio com o evangelho. A emigração de jovens e de cristãos preocupa quem deseja ver a fé histórica do país permanecer viva, mas também revela um chamado maior: ser ponte de esperança para os povos que chegam até o país em busca de refúgio.
O Líbano é um país pequeno na costa oriental do mar Mediterrâneo, comprimido entre o mar e as montanhas. Uma estreita faixa litorânea dá lugar à cordilheira do Monte Líbano, que ultrapassa os 3.000 metros de altura e guarda neve boa parte do ano. Do outro lado dessas montanhas fica o vale do Bekaa, uma região fértil de agricultura, separada da Síria por uma segunda cadeia de montanhas, a Anti-Líbano. Em poucas horas de carro é possível sair da praia para o topo nevado e depois para os campos férteis do interior.
Prato nacional: bolinhos ou bife de trigo quebrado (bulgur) com carne moída e especiarias.
Salada fresca de salsinha picada, tomate e hortelã com bulgur, temperada com limão e azeite.
Pão achatado assado com azeite de oliva e zaatar (mistura de tomilho, gergelim e sumagre), comum no café da manhã.
Pasta cremosa de grão de bico, tahine (pasta de gergelim), limão e alho, servida com pão pita.
Conjunto de pequenos pratos servidos juntos no início da refeição, com saladas, pastas e folhas recheadas.
Doce em camadas de massa filo, nozes e calda de mel ou de flor de laranjeira.
Culture et spiritualité
2a · La culture
Receber bem os visitantes com comida farta é motivo de orgulho e parte central da cultura libanesa.
Dezoito comunidades religiosas reconhecidas convivem lado a lado, moldando bairros, festas e até o calendário.
Laços familiares extensos e lealdade aos parentes orientam boa parte das decisões pessoais.
O povo valoriza sua história milenar, da civilização fenícia às ruínas romanas e à arquitetura otomana e francesa.
Encontros em torno de café, narguilé (cachimbo de água aromatizado) e mezze fazem parte do cotidiano social.
Apesar de anos de guerra e colapso econômico, o povo mantém criatividade, humor e vontade de reconstruir.
2b · Le terrain
Domaines de combat spirituel et de captivité culturelle à couvrir dans la prière. Touchez chaque point pour comprendre:
O sistema político divide cargos e poder por religião, o que aprofunda rivalidades em vez de unir a nação.
Anos de guerra civil deixaram marcas de desconfiança, medo e ressentimento entre famílias e comunidades.
Em meio à crise, ostentar status e sucesso ainda pesa nas relações sociais, sobretudo em Beirute.
Para muitos, a fé cristã é herança de família e comunidade, mais do que uma relação viva e pessoal com Deus.
Práticas de adivinhação e amuletos de proteção ainda circulam por baixo da religiosidade declarada.
Décadas de conflito e crises deixam um medo constante de nova guerra, minando a esperança de muitos.
A desconfiança nas instituições públicas alimenta a descrença de que mudanças reais sejam possíveis.
Os mais jovens e capacitados deixam o país em busca de futuro, esvaziando lideranças na igreja e na sociedade.
Barreiras invisíveis entre bairros e vilarejos de religiões diferentes dificultam a convivência e o testemunho.
Movimentos que buscam impor regras religiosas rígidas pressionam o espaço público e a liberdade das outras comunidades.
Os cristãos no Líbano vivem uma liberdade de culto pouco comum no Oriente Médio: podem se reunir, publicar material religioso e até ocupar cargos públicos reservados por lei às suas comunidades. O país segue sendo, para muitos crentes da região, um raro refúgio onde praticar a fé abertamente ainda é possível.
Essa liberdade, porém, convive com pressões reais. Em áreas onde o grupo armado Hezbollah tem forte influência, famílias cristãs relatam dificuldade para conseguir empregos públicos e sentem o peso de decisões políticas tomadas sem considerar seus interesses. Comunidades cristãs situadas perto de bairros de maioria muçulmana às vezes enfrentam hostilidade, e iniciativas cristãs de apoio a refugiados sírios já foram alvo de resistência.
O maior desafio, no entanto, é silencioso: a crise econômica, a instabilidade política e o temor de novos conflitos empurram milhares de cristãos para fora do país todos os anos. Essa emigração reduz a presença histórica da fé cristã na região e enfraquece igrejas que antes eram numerosas e influentes.
Le score de persécution va de 0 à 100: plus il est élevé, plus la pression sur les chrétiens est forte.
O Líbano reúne 26 grupos étnicos diferentes, reflexo de séculos de rotas comerciais, invasões e ondas de refugiados que passaram pelo território. Quase metade desses grupos ainda é considerada não alcançada pelo evangelho, entre eles a maioria árabe libanesa muçulmana e a grande população de refugiados sírios que hoje vive no país. Ao lado deles, comunidades cristãs históricas como armênios, assírios e caldeus mantêm viva uma fé antiga, enquanto trabalhadores migrantes vindos de países como Bangladesh, Nepal e Etiópia formam grupos praticamente sem nenhum contato com igrejas locais.
Fonte dos dados de povos: Joshua Project (joshuaproject.net). Estimativas, podem variar.
Source: Joshua Project. Estimations, susceptibles de varier.
Intercédez pour cette nation
Chaque nation porte un dessein rédempteur. Des traits qui semblent faire partie de l'identité que Dieu désire restaurer:
Logistique pour ceux qui souhaitent partir
anos de crise cambial tornam os preços voláteis, embora baratos em dólar
Valeurs de référence (source: Numbeo). Vérifiez avant de voyager.
Tous ne partent pas, tous participent
Derrière chaque ouvrier parmi ces peuples se trouve un réseau de personnes qui prient sans cesse, prennent soin de la famille restée au pays et soutiennent l'œuvre avec fidélité. Envoyer, c'est aussi une mission.
Commencez par votre église: présentez-lui cette nation, adoptez-la dans une prière continue et marchez aux côtés de ceux que Dieu suscite pour partir.
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